Graças à exportação para a Inglaterra, Estados Unidos, Brasil e China, as vendas de Champagne conseguiram resistir à crise econômica em 2011.
Atualmente, Inglaterra e Estados Unidos são os principais consumidores da bebida. Mas países considerados emergentes, como Brasil e China, ajudaram a segurar as exportações.
O Comite Interprofessionel des Vins de Champagne (CIVC) espera que as vendas cresçam 2% cento anualmente nos próximos três anos, considerando a crise econômica na Europa.Cerca de 330 milhões de garrafas da bebida foram exportadas em 2011, ano em que os preços subiram de 3% a 5%, em média.
Segundo o CICV, o consumo de Champagne na França deve permanecer estável. Porém, na Inglaterra, devido a medidas governamentais que vêm apertando o orçamento, as vendas devem despencar. Resta ao Brasil e à China, em sua boa fase, ‘segurarem a onda’.
*Com informações da Reuters.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Chakana Yaguareté Collection Malbec - 2010
Produtor: Bodega Chakana.
Origem: Mendoza, Argentina.
Visual: Rubi claro.
Olfato: Fruta madura, principalmente ameixa e goiaba.
Paladar: Corpo médio. Aparecem novamente as frutas e um leve apimentado.Taninos macios, final prolongado.
Outras considerações: Um típico Malbec, elaborado com uvas provenientes de vinhedos com 950 metros de altura, em Luján de Cuyo. O teor alcoólico é de 13,5%. Sua garrafa é de boa qualidade e o rótulo de muito bom gosto.
Classificação: Bom (boa compra).
Faixa de preço: R$ 23.
Origem: Mendoza, Argentina.
Visual: Rubi claro.
Olfato: Fruta madura, principalmente ameixa e goiaba.
Paladar: Corpo médio. Aparecem novamente as frutas e um leve apimentado.Taninos macios, final prolongado.
Outras considerações: Um típico Malbec, elaborado com uvas provenientes de vinhedos com 950 metros de altura, em Luján de Cuyo. O teor alcoólico é de 13,5%. Sua garrafa é de boa qualidade e o rótulo de muito bom gosto.
Classificação: Bom (boa compra).
Faixa de preço: R$ 23.
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Argentina,
Boa Compra,
Bom,
degustação,
Tintos
Neagles Rock 'Misery' Grenache Shiraz - 2006
Produtor: Neagles Rock Vineyards.
Origem: Clare Valley, Austrália.
Visual: Cor granada claro, levemente turvo, com sedimentos.
Olfato: Ameixa, cereja, leve animal e um aroma predominante que lembra papelão.
Paladar: Frutado na boca e com sabor meio licoroso. Tem corpo médio e leve apimentado.
Outras considerações: Trata-se de uma bebida com características bastante diferentes dos vinhos do Novo Mundo, em todos os aspectos, porém um bom vinho. Foi elaborado com as uvas Grenache (85%) e Shiraz (15%), amadurecidas separadamente em barris carvalho francês e americano. Está no ponto de ser tomado, não permite mais envelhecimento em garrafa. A graduação alcoólica é de 14,5%. O vinho não está à venda no Brasil. Foi trazido por amigos australianos que vivem em Adelaide.
Classificação: Muito Bom.
Origem: Clare Valley, Austrália.
Visual: Cor granada claro, levemente turvo, com sedimentos.
Olfato: Ameixa, cereja, leve animal e um aroma predominante que lembra papelão.
Paladar: Frutado na boca e com sabor meio licoroso. Tem corpo médio e leve apimentado.
Outras considerações: Trata-se de uma bebida com características bastante diferentes dos vinhos do Novo Mundo, em todos os aspectos, porém um bom vinho. Foi elaborado com as uvas Grenache (85%) e Shiraz (15%), amadurecidas separadamente em barris carvalho francês e americano. Está no ponto de ser tomado, não permite mais envelhecimento em garrafa. A graduação alcoólica é de 14,5%. O vinho não está à venda no Brasil. Foi trazido por amigos australianos que vivem em Adelaide.
Classificação: Muito Bom.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Que tal beber um vinho maturado com meteorito?
Loucura ou estratégia de marketing? Ian Hutcheon, inglês que vive no Chile, mais exatamente no Vale do Cachapoal, divide-se hoje entre duas atividades que são suas paixões: os vinhos e a astronomia.
Ao invés de produzir vinho biodinâmicos (baseados nos ciclos lunares e na natureza), ele foi mais longe e resolveu colocar dentro do seu vinho, feito com a uva Cabernet Sauvignon, um meteorito de um pouco mais de sete centímetros de diâmetro, que caiu no deserto do Atacama, no Chile, por volta de seis mil anos atrás e com idade estimada de 4,5 bilhões de anos.
Durante 12 meses, a pedra permaneceu junto ao vinho em um barril de carvalho. Ela foi colocada junto à bebida a partir da etapa da fermentação malolática.
“Quando você toma este vinho, você está bebendo elementos da idade do sistema solar", é o que diz Ian Hutcheon sobre sua criação. O vinho foi batizado de “Meteorito” e por enquanto só é vendido na propriedade de Ian, no Chile.
Mais em Discovery News.
Ao invés de produzir vinho biodinâmicos (baseados nos ciclos lunares e na natureza), ele foi mais longe e resolveu colocar dentro do seu vinho, feito com a uva Cabernet Sauvignon, um meteorito de um pouco mais de sete centímetros de diâmetro, que caiu no deserto do Atacama, no Chile, por volta de seis mil anos atrás e com idade estimada de 4,5 bilhões de anos.
Durante 12 meses, a pedra permaneceu junto ao vinho em um barril de carvalho. Ela foi colocada junto à bebida a partir da etapa da fermentação malolática.
“Quando você toma este vinho, você está bebendo elementos da idade do sistema solar", é o que diz Ian Hutcheon sobre sua criação. O vinho foi batizado de “Meteorito” e por enquanto só é vendido na propriedade de Ian, no Chile.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Saiba de onde vem a expressão “mudar da água para o vinho”
“Mudar da água para o vinho” é uma expressão usada para dizer que algo ou alguém mudou para melhor. Mas de onde vem esta frase?
Diz-se que a expressão nasceu depois de uma festa de casamento realizada em Caná, na Galiléia, numa passagem bíblica conhecida como as Bodas de Caná.
Maria, mãe de Jesus, contou a ele que o vinho havia acabado. Terminar a bebida durante uma festa era visto, à época, como um escândalo. O fato seria uma desonra para os noivos.
Jesus pede então que todas as talhas (jarros) da festa sejam cheias com água. Em seguida, profere uma benção e, num gesto milagroso, a água se transforma em vinho.
Conforme narra o discípulo João, este seria o primeiro milagre de Jesus Cristo.
Desde então, “mudar da água para o vinho” significa mudança para melhor.
Diz-se que a expressão nasceu depois de uma festa de casamento realizada em Caná, na Galiléia, numa passagem bíblica conhecida como as Bodas de Caná.
Maria, mãe de Jesus, contou a ele que o vinho havia acabado. Terminar a bebida durante uma festa era visto, à época, como um escândalo. O fato seria uma desonra para os noivos.
Jesus pede então que todas as talhas (jarros) da festa sejam cheias com água. Em seguida, profere uma benção e, num gesto milagroso, a água se transforma em vinho.
Conforme narra o discípulo João, este seria o primeiro milagre de Jesus Cristo.
Desde então, “mudar da água para o vinho” significa mudança para melhor.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Conheça a maior adega vertical do mundo
O programa Mais Você, da Rede Globo, reprisou hoje uma reportagem da apresentadora Ana Maria Braga, onde ela apresenta a maior adega vertical do mundo. Ela fica em um restaurante de Las Vegas, nos Estados Unidos, e tem 13 metros de altura.
Nesta superestrutura são acondicionadas cerca de 10 mil garrafas de vinho, com preços que variam de 40 a 48 mil dólares. A temperatura interna é de 12ºC e a umidade do ar de 70%.
Para alcançar as garrafas, as funcionárias do restaurante são içadas. Por isso, foram apelidadas de “wine angels”.
Confira mais detalhes desta impressionante adega EM VÍDEO.
Nesta superestrutura são acondicionadas cerca de 10 mil garrafas de vinho, com preços que variam de 40 a 48 mil dólares. A temperatura interna é de 12ºC e a umidade do ar de 70%.
Para alcançar as garrafas, as funcionárias do restaurante são içadas. Por isso, foram apelidadas de “wine angels”.
Confira mais detalhes desta impressionante adega EM VÍDEO.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Escudo Rojo – 2008
Produtor: Viña Baron Philippe de Rothschild.
Origem: Vale do Maipo, Chile.
Visual: Rubi escuro, puxando para granada.
Olfato: Frutas vermelhas maduras, café e baunilha.
Paladar: Corpo médio, boa acidez. Fruta discreta, final apimentado.
Outras considerações: As uvas usadas neste corte são Camenère (40%), Cabernet Sauvignon (38%), Syrah (20%) e Cabernet Franc (2%). Houve estágio de sete meses em carvalho. Segue a linha do seu produtor, que tem origem francesa, mostrando traços de um vinho do Velho Mundo - sem exagero de fruta nem de madeira. A graduação alcoólica é de 14%.
Classificação: Bom.
Faixa de preço: R$ 60.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Carmenère não é a uva mais popular do Chile e Bonarda é a 2ª mais plantada da Argentina
O Observatorio Vitivinícola, organismo de pesquisa argentino, divulgou a primeira parte de um estudo comparativo entre as indústrias vitivinícolas da Argentina e do Chile. Esta fase se refere aos hectares plantados, os produtos elaborados e o consumo interno em ambos os países.
Segundo a pesquisa, o Chile tem uma superfície total de 756 mil km² e vivem no país mais de 17 milhões de habitantes, enquanto que a Argentina tem uma superfície quase quatro vezes maior (2.780 mil km²) e mais de 40 milhões de habitantes. Enquanto o Chile destina 72% de sua produção de vinhos para o mercado externo, a Argentina faz o caminho proporcionalmente inverso (72% de sua produção vai para o consumo interno).
Carmenère é a variedade símbolo do Chile, mas os seus vinhos não lideram as exportações daquele país, como é o caso da uva Malbec na Argentina.
O estudo mostra que a Argentina possui 16,3% de áreas plantadas a mais que o Chile. Mais de 95% das plantações de uvas argentinas têm os frutos destinados à elaboração de vinhos e mostos, enquanto no Chile este número alcança apenas 64%. O restante está plantado com uvas de mesa (30%) e para a produção de pisco (6%).
A uva com maior superfície cultivada no Chile é a Cabernet Sauvignon. A Carmenère representa apenas 8% de participação entre as uvas plantadas para vinificação. As primeiras quatro variedades do Chile (Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc, Chardonnay e Merlot) representam 62% da superfície cultivada.
Das uvas de qualidade enológica, a variedade que possui maior superfície cultivada na Argentina é a Malbec (17%), seguida pela Bonarda (10%) e Cabernet Sauvignon (9%), enquanto que entre as variedades brancas se destacam a Pedro Giménez (6%) e Torrontés Riojano (4%).
No caso da Argentina, as primeiras quatro variedades (Malbec, Bonarda, Cabernet Sauvignon y Pedro Giménez) concentram 42% da superfície cultivada.
*Com informações do jornal Los Andes.
Segundo a pesquisa, o Chile tem uma superfície total de 756 mil km² e vivem no país mais de 17 milhões de habitantes, enquanto que a Argentina tem uma superfície quase quatro vezes maior (2.780 mil km²) e mais de 40 milhões de habitantes. Enquanto o Chile destina 72% de sua produção de vinhos para o mercado externo, a Argentina faz o caminho proporcionalmente inverso (72% de sua produção vai para o consumo interno).
Carmenère é a variedade símbolo do Chile, mas os seus vinhos não lideram as exportações daquele país, como é o caso da uva Malbec na Argentina.
O estudo mostra que a Argentina possui 16,3% de áreas plantadas a mais que o Chile. Mais de 95% das plantações de uvas argentinas têm os frutos destinados à elaboração de vinhos e mostos, enquanto no Chile este número alcança apenas 64%. O restante está plantado com uvas de mesa (30%) e para a produção de pisco (6%).
A uva com maior superfície cultivada no Chile é a Cabernet Sauvignon. A Carmenère representa apenas 8% de participação entre as uvas plantadas para vinificação. As primeiras quatro variedades do Chile (Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc, Chardonnay e Merlot) representam 62% da superfície cultivada.
Das uvas de qualidade enológica, a variedade que possui maior superfície cultivada na Argentina é a Malbec (17%), seguida pela Bonarda (10%) e Cabernet Sauvignon (9%), enquanto que entre as variedades brancas se destacam a Pedro Giménez (6%) e Torrontés Riojano (4%).
No caso da Argentina, as primeiras quatro variedades (Malbec, Bonarda, Cabernet Sauvignon y Pedro Giménez) concentram 42% da superfície cultivada.
*Com informações do jornal Los Andes.
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Chandon cria 26 points no Brasil neste verão
Até o Carnaval, dez cidades brasileiras vão receber o Chandon Bubble Bar, points especialmente criados para servir os espumantes da marca, num clima moderno e descolado, aproveitando a época de verão.
O Tivoli Ecoresort da Praia do Forte, na Bahia, é o único local que tem um Chandon Bubble Bar permanente, que serve aos hóspedes drinques exclusivos com espumantes Chandon.
A iniciativa vai até a terceira semana de fevereiro.
Confira os 26 pontos do Chandon Bubble Bar 2012:
Ilhabela (SP): Sea Club e DPNY
Guarujá (SP): Sofitel Jequitimar
Búzios (RJ): DVNO e DECK
Rio de Janeiro (RJ): Bla Bla e Fishbone
Florianópolis (SC): P12 e Taiko
Camboriu (SC): Taj, Bora Bora e Parador
Praia do Forte (BA): Tivoli Eco Resort Praia do Forte - Bubble Bar permanente
Fortaleza (CE): Beach Park e Boteco Praia
Maceió (AL): Barraca de Praia Loupana
Recife (PE): GIO e Alphaiate
Salvador (BA): Barraca Pipa e Café do Forte
João Pessoa (PB): Barraca Kenio
Belém (PA): Ibiza Club
Belo Horizonte (MG): 68 La Pizzeria
O Tivoli Ecoresort da Praia do Forte, na Bahia, é o único local que tem um Chandon Bubble Bar permanente, que serve aos hóspedes drinques exclusivos com espumantes Chandon.
A iniciativa vai até a terceira semana de fevereiro.
Confira os 26 pontos do Chandon Bubble Bar 2012:
Ilhabela (SP): Sea Club e DPNY
Guarujá (SP): Sofitel Jequitimar
Búzios (RJ): DVNO e DECK
Rio de Janeiro (RJ): Bla Bla e Fishbone
Florianópolis (SC): P12 e Taiko
Camboriu (SC): Taj, Bora Bora e Parador
Praia do Forte (BA): Tivoli Eco Resort Praia do Forte - Bubble Bar permanente
Fortaleza (CE): Beach Park e Boteco Praia
Maceió (AL): Barraca de Praia Loupana
Recife (PE): GIO e Alphaiate
Salvador (BA): Barraca Pipa e Café do Forte
João Pessoa (PB): Barraca Kenio
Belém (PA): Ibiza Club
Belo Horizonte (MG): 68 La Pizzeria
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Emilio Moro - 2006
Produtor: Bodegas Emilio Moro.
Origem: Ribera del Duero, Espanha.
Visual: Rubi brilhante.
Olfato: Azeitonas pretas, especiarias, tabaco, menta.
Paladar: Elegante e com boa acidez, mostra um sabor que lembra mel de engenho, junto com um agradável frutado. Final longo e apimentado. Corpo médio.
Outras considerações: Elaborado unicamente com a uva Tempranillo, apresenta 14,5% de graduação alcoólica. Seu amadurecimento foi de 12 meses em barris de carvalho francês e americano.
Classificação: Excelente
Faixa de preço: R$ 85 [LD Importação]
Marcadores:
degustação,
Espanha,
Excelente,
Tintos
Haras Elegance Cabernet Sauvignon - 2006
Produtor: Haras de Pirque.
Origem: Vale do Maipo, Chile.
Visual: Cor rubi escuro.
Olfato: Café, fruta madura, floral, mentol, especiarias.
Paladar: De médio a encorpado. Voltam as frutas vermelhas e um final bem apimentado. Macio na boca, com taninos adocicados. Madeira em equilíbrio.
Outras considerações: Embora tenha estampado “Cabernet Sauvignon” no rótulo, o vinho foi elaborado 63% de Cabernet Sauvignon, 32% de Cabernet Franc e mais 5% de Syrah. Teve amadurecimento de 16 meses em carvalho Francês. Elegante, combina muito bem com carnes vermelhas. A graduação alcoólica é de 15,5% (embora não aparente).
Classificação: Muito Bom/Excelente
Faixa de preço: R$ 135
Origem: Vale do Maipo, Chile.
Visual: Cor rubi escuro.
Olfato: Café, fruta madura, floral, mentol, especiarias.
Paladar: De médio a encorpado. Voltam as frutas vermelhas e um final bem apimentado. Macio na boca, com taninos adocicados. Madeira em equilíbrio.
Outras considerações: Embora tenha estampado “Cabernet Sauvignon” no rótulo, o vinho foi elaborado 63% de Cabernet Sauvignon, 32% de Cabernet Franc e mais 5% de Syrah. Teve amadurecimento de 16 meses em carvalho Francês. Elegante, combina muito bem com carnes vermelhas. A graduação alcoólica é de 15,5% (embora não aparente).
Classificação: Muito Bom/Excelente
Faixa de preço: R$ 135
Marcadores:
Chile,
degustação,
Muito Bom/Excelente,
Tintos
Rueda desponta para o mundo com seus Verdejos
A Denominação de Origem (D.O.) espanhola de Rueda, que vem cada vez mais se destacando no cenário internacional, impulsionou em 2011 as vendas da região de Castilla y Léon, onde está inserida, graças à boa penetração no mercado dos seus vinhos brancos feitos com a uva Verdejo (que, diga-se de passagem, são maravilhosos).
Em conjunto, as vinícolas das nove Denominações de Origem de Castilla y Léon comercializaram mais de 150 milhões de garrafas – 5% a mais que no ano anterior.
“Nem a difícil situação econômica, nem o colapso do consumo impediram que Rueda mantivesse a linha ascendente (na última década triplicou as vendas)”, aponta matéria do jornal espanhol El Mundo.
Na análise feita para entender o aumento da vendas de Verdejo, considerou-se o aumento do consumo de vinho branco, o preço acessível e a alta qualidade do produto, assim como o esforço dos produtores em levar seus rótulos para o mercado estrangeiro.
Segundo o Observatório Espanhol do Mercado de Vinho, do começo de 2011 até o mês de setembro passado, a Espanha havia aumentado em 24,9% o volume de vinhos exportados, enquanto que os outros dez principais exportadores mundiais apresentaram um crescimento médio de 2%.
Os vinhos feitos com a uva Verdejo são aromáticos, macios e normalmente encorpados.
Em conjunto, as vinícolas das nove Denominações de Origem de Castilla y Léon comercializaram mais de 150 milhões de garrafas – 5% a mais que no ano anterior.
“Nem a difícil situação econômica, nem o colapso do consumo impediram que Rueda mantivesse a linha ascendente (na última década triplicou as vendas)”, aponta matéria do jornal espanhol El Mundo.
Na análise feita para entender o aumento da vendas de Verdejo, considerou-se o aumento do consumo de vinho branco, o preço acessível e a alta qualidade do produto, assim como o esforço dos produtores em levar seus rótulos para o mercado estrangeiro.
Segundo o Observatório Espanhol do Mercado de Vinho, do começo de 2011 até o mês de setembro passado, a Espanha havia aumentado em 24,9% o volume de vinhos exportados, enquanto que os outros dez principais exportadores mundiais apresentaram um crescimento médio de 2%.
Os vinhos feitos com a uva Verdejo são aromáticos, macios e normalmente encorpados.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Jornalista portuguesa se diz espantada com preços dos vinhos no Brasil
A jornalista portuguesa especializada em vinhos Maria João de Almeida esteve recentemente no Brasil e escreveu em seu site um artigo onde se mostrou bem espantada com o aumento do preço dos vinhos e de outros produtos aqui no país.
No texto, ela elogia os vinhos da marca Rio Sol, produzidos no Vale do São Francisco, e diz que o Brasil está elaborando vinhos bem melhores do que há uma década – época em que fez algumas provas no Rio Grande do Sul e saiu de algumas “completamente aterrorizada”.
Confira abaixo o seu interessante relato:
O Brasil está caro (vinhos incluídos)!
Por: Maria João de Almeida
Já há dois anos que não ia ao Brasil, mas antes do Natal tive de ir a Salvador da Bahia onde aproveitei para estudar o preço dos vinhos em geral, nomeadamente, dos vinhos portugueses. Depois de falar com alguns chefes de cozinha, com donos de restaurantes, com algumas garrafeiras e até consumidores / apreciadores de vinhos, fiquei a saber que, embora os vinhos mais vendidos continuem a ser os do Novo Mundo (principalmente Argentina e Chile), aumentou muitíssimo o consumo de vinhos de outras paragens, incluindo os vinhos portugueses, e até brasileiros.
Há menos de uma década visitei várias adegas no Rio Grande do Sul, região onde estão localizados alguns dos principais produtores brasileiros, e lembro-me de ter feito várias provas de vinho e de ter saído completamente aterrorizada de algumas delas… o vinho era mesmo muito mau! Hoje, anos passados, os brasileiros bem podem orgulhar-se de estar a produzir vinhos melhores do que naquela época, principalmente no que diz respeito a espumantes. No interior do nordeste, paralelo 8 (onde nada existia que eu me recorde) a portuguesa Dão Sul / Global Wines decidiu investir na produção de vinho junto ao rio de São Francisco/Vale de São Francisco, e também não se saiu nada mal, com bons resultados da crítica para a marca Rio Sol.
Nos vinhos portugueses, fiquei estupefacta com a variedade que já lá existe mas, acima de tudo, com os preços. Já se sabe que a prosperidade económica no Brasil fez os preços subir altíssimo, que as lojas e restaurantes exageraram no aumento dos preços e que as taxas alfandegárias são altas. Mas, um Casal Garcia, vinho leve e fresco, a 44 reais? (cerca de 18€). Ou um Duas Quintas tinto, colheita normal, a 70 reais? (cerca de 30€). Os vinhos da Adega de Santa Vitória (Grupo Vila Galé) lideram o «ranking» dos vinhos portugueses, mas também a preços mais exorbitantes que outros.
Houve quem já me alertasse para o facto de Salvador ser um local muito turístico e por isso ter preços altos mas, mesmo assim, nos espaços que visitei, os vinhos estavam muito caros. Também as refeições nos restaurantes estão pela hora da morte (50€ por pessoa, sem vinho) e a roupa (recordo-me de comprar biquínis, t-shirts e havaianas por uma bagatela) joga pela mesma bitola. Nos transportes, chegaram a querer vender-me uma viagem de 1Km de bicicleta na Praia do Forte (uma espécie de mini carroça que transporta turistas) por 40 reais (17€) - 20 reais para o destino e outros 20 de regresso)!
Não sei se o aumento do nível de vida no Brasil será bom para os vinhos portugueses porque o que é caro, até para os mais ricos, pode travar a compra em vinhos que valem menos do que custam. Até agora a coisa está a correr bem… a ver vamos o que o futuro reserva!
No texto, ela elogia os vinhos da marca Rio Sol, produzidos no Vale do São Francisco, e diz que o Brasil está elaborando vinhos bem melhores do que há uma década – época em que fez algumas provas no Rio Grande do Sul e saiu de algumas “completamente aterrorizada”.
Confira abaixo o seu interessante relato:
O Brasil está caro (vinhos incluídos)!
Por: Maria João de Almeida
Já há dois anos que não ia ao Brasil, mas antes do Natal tive de ir a Salvador da Bahia onde aproveitei para estudar o preço dos vinhos em geral, nomeadamente, dos vinhos portugueses. Depois de falar com alguns chefes de cozinha, com donos de restaurantes, com algumas garrafeiras e até consumidores / apreciadores de vinhos, fiquei a saber que, embora os vinhos mais vendidos continuem a ser os do Novo Mundo (principalmente Argentina e Chile), aumentou muitíssimo o consumo de vinhos de outras paragens, incluindo os vinhos portugueses, e até brasileiros.
Há menos de uma década visitei várias adegas no Rio Grande do Sul, região onde estão localizados alguns dos principais produtores brasileiros, e lembro-me de ter feito várias provas de vinho e de ter saído completamente aterrorizada de algumas delas… o vinho era mesmo muito mau! Hoje, anos passados, os brasileiros bem podem orgulhar-se de estar a produzir vinhos melhores do que naquela época, principalmente no que diz respeito a espumantes. No interior do nordeste, paralelo 8 (onde nada existia que eu me recorde) a portuguesa Dão Sul / Global Wines decidiu investir na produção de vinho junto ao rio de São Francisco/Vale de São Francisco, e também não se saiu nada mal, com bons resultados da crítica para a marca Rio Sol.
Nos vinhos portugueses, fiquei estupefacta com a variedade que já lá existe mas, acima de tudo, com os preços. Já se sabe que a prosperidade económica no Brasil fez os preços subir altíssimo, que as lojas e restaurantes exageraram no aumento dos preços e que as taxas alfandegárias são altas. Mas, um Casal Garcia, vinho leve e fresco, a 44 reais? (cerca de 18€). Ou um Duas Quintas tinto, colheita normal, a 70 reais? (cerca de 30€). Os vinhos da Adega de Santa Vitória (Grupo Vila Galé) lideram o «ranking» dos vinhos portugueses, mas também a preços mais exorbitantes que outros.
Houve quem já me alertasse para o facto de Salvador ser um local muito turístico e por isso ter preços altos mas, mesmo assim, nos espaços que visitei, os vinhos estavam muito caros. Também as refeições nos restaurantes estão pela hora da morte (50€ por pessoa, sem vinho) e a roupa (recordo-me de comprar biquínis, t-shirts e havaianas por uma bagatela) joga pela mesma bitola. Nos transportes, chegaram a querer vender-me uma viagem de 1Km de bicicleta na Praia do Forte (uma espécie de mini carroça que transporta turistas) por 40 reais (17€) - 20 reais para o destino e outros 20 de regresso)!
Não sei se o aumento do nível de vida no Brasil será bom para os vinhos portugueses porque o que é caro, até para os mais ricos, pode travar a compra em vinhos que valem menos do que custam. Até agora a coisa está a correr bem… a ver vamos o que o futuro reserva!
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Inscrições abertas no Recife para a 13ª edição do curso de “Iniciação ao Mundo do Vinho”
No próximo mês de março (com data de início ainda a definir), a Faculdade Universo, no Recife, receberá a 13ª edição do curso de “Iniciação ao Mundo do Vinho”, comandado pelo professor Ivan Miranda.
As aulas são ministradas durante três dias e acontecem sempre às quartas-feiras, das 19h às 20h45.
As aulas são ministradas durante três dias e acontecem sempre às quartas-feiras, das 19h às 20h45.
Entre os conteúdos abordados estão história do vinho e da uva, mapa vinícola mundial, processo de elaboração dos vinhos, serviço do vinho, compra correta, harmonização, entre outros assuntos.
O investimento é de R$ 230,00. Este valor inclui livro, material didático, degustações com vinhos tintos, brancos e espumantes, além de certificado de conclusão do curso. Todas as aulas serão ministradas através de data-show.
Inscrições e mais informações:
(81) 9994-6526 | (81) 9252-2949 | (81) 9995-1327 ou na Faculdade (81) 3797-9044
Tormentas Premium 2007: um dos vinhos mais intrigantes que já tomei (e gostei)
Remexendo aqui as minhas anotações, vi que ainda não tinha comentado sobre este interessante rótulo do produtor brasileiro Marco Danielle, que faz vinhos autorais, de garagem. Tive a oportunidade de prová-lo ano passado, em Bento Gonçalves , num encontro com os proprietários do SPA do Vinho, Ademir e Deborah Dadalt.
Vale salientar que o vinho foi decantado por volta de seis horas antes de ser apreciado, seguindo a recomendação do próprio produtor (acho que faz um grande diferencial, pois andei olhando as opiniões a respeito deste vinho e muitos o criticaram).
A degustação foi na bela adega do SPA, com um grupo de participantes do Projeto Imagem, promovido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin).
Confira minhas impressões:
Produtor: Marco Danielle.
Origem: Encruzilhada do Sul, Brasil.
Visual: Cor rubi brilhante, lágrimas finas.
Olfato: Algo que lembra creme dental. Notas animais bem presentes - principalmente de estrebaria.
Paladar: Amendoim cozido. Fruta aparece no final. Taninos vivos, de boa qualidade. Corpo médio.
Outras considerações: Pode não agradar aos que preferem um vinho mais redondo, frutado. Foi elaborado com a uva Merlot, sem filtragem, colagem, nem adição de Dióxido de Enxofre. Fermentado com leveduras selvagens. Vale ressaltar a bela imagem estampada no rótulo, que mostra a filha de Marco Danielle, Fulvia. A graduação alcoólica é de 12,6%.
Classificação: Muito Bom.
Faixa de preço: R$ 160.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Chilenos querem transformar 15 de janeiro no “Dia do melão com vinho”
Melão com vinho? Pois é! Existe um movimento na internet chilena para que a data 15 de janeiro seja transformada no “Dia nacional do melão com vinho”, assim como em 08 de fevereiro já é comemorado o Dia da Piscola (bebida consumida entre os jovens que mistura pisco e Coca-Cola).
Herman Villagrán Valero, editor do site Rayuela Corta, diz que o melão com vinho (ou melvin) merece a sua data comemorativa, pois é um dos drinks mais tradicionais e legais do Chile. "É como um cachimbo da paz que passa de mão em mão, criando essa atmosfera de solidariedade”, completa ele. A mistura é bastante consumida pelos jovens, principalmente nos dias de calor.
A receita é simples: melão, açúcar e vinho branco. Confira o preparo no vídeo:
Herman Villagrán Valero, editor do site Rayuela Corta, diz que o melão com vinho (ou melvin) merece a sua data comemorativa, pois é um dos drinks mais tradicionais e legais do Chile. "É como um cachimbo da paz que passa de mão em mão, criando essa atmosfera de solidariedade”, completa ele. A mistura é bastante consumida pelos jovens, principalmente nos dias de calor.
A receita é simples: melão, açúcar e vinho branco. Confira o preparo no vídeo:
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Ice bag é a nova moda entre os enófilos
Foi amor à primeira vista. Faz mais ou menos um ano que recebi da Miolo um espumante que vinha com uma bolsinha para acondicionar uma garrafa e gelo.
Leve, prático e super charmoso, esse tipo de bolsa feita em material plástico (PVC) logo caiu no gosto dos amantes do vinho e já é vista até nas mesas dos restaurantes, substituindo o tradicional balde.
A ice bag é resistente e à prova d’água. Trata-se de uma ideia registrada que nasceu na França e se espalhou pelo mundo.
No Brasil, além da Miolo, a Chandon também já comercializa a sua ice bag.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Tem mais rock no mundo do vinho
Depois das bandas Iron Maiden, Motörhead e AC/DC, agora é a vez dos roqueiros do Kiss lançarem a sua linha de vinhos. Eles assinaram um acordo com a distribuidora Rewine e começaram a vender o rótulo Kiss Zin Fire - Zinfandel California 2010.
Segundo descreve o distribuidor, trata-se de um tinto fresco, com fantástico sabor, acidez e cor. Destacam-se notas de amora e pimenta. O final é macio e apimentado.
"Trabalhar com o KISS foi uma experiência fantástica", disse Joakim Perani, sócio-diretor da Rewine. "Os membros da banda foram parceiros incríveis em criar algo que os fãs de rock, bem como de vinho e cerveja, irão gostar"
Por enquanto, o vinho do Kiss está sendo vendido apenas na Suécia. Ainda este ano deve chegar a outros países.
Segundo descreve o distribuidor, trata-se de um tinto fresco, com fantástico sabor, acidez e cor. Destacam-se notas de amora e pimenta. O final é macio e apimentado.
"Trabalhar com o KISS foi uma experiência fantástica", disse Joakim Perani, sócio-diretor da Rewine. "Os membros da banda foram parceiros incríveis em criar algo que os fãs de rock, bem como de vinho e cerveja, irão gostar"
Por enquanto, o vinho do Kiss está sendo vendido apenas na Suécia. Ainda este ano deve chegar a outros países.
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Propriedades do Vale dos Vinhedos estão sendo todas mapeadas
A partir de hoje (10/01), o Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, será submetido a um trabalho de georreferenciamento, processo que torna as coordenadas de uma área conhecidas. A iniciativa deverá se estender até agosto, dependendo das condições climáticas e da colaboração dos produtores.
As propriedades vitícolas daquela área receberão a visita de técnicos que irão demarcar os parreirais com o auxílio de GPS. A iniciativa, coordenada pela Embrapa Uva e Vinho, em parceria com o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), tem como objetivo obter as medições e localizações corretas dos vinhedos que compõe o Cadastro Vitícola do Rio Grande do Sul.
Segundo a coordenadora da atividade, Loiva Maria Ribeiro de Mello, que é pesquisadora da Embrapa Uva e Vinho, além de mais preciso, o cadastro georreferenciado pode ser utilizado para diversos estudos envolvendo relevo, clima e solo, entre outros aspectos.
"Já estão georreferenciadas as propriedades dos municípios de Monte Belo do Sul (RS), em trabalho realizado nos anos de 2008 e 2009, e de Farroupilha (RS), em 2010 e 2011, os quais pleiteiam uma Indicação de Procedência (IP)", observou Loiva. Ela lembra que o Vale dos Vinhedos, primeiro detentor de uma IP no Brasil, busca um novo status em termos de Indicação Geográfica - no caso, a Denominação de Origem.
Loiva diz que a equipe está ciente de que esta é uma época complicada para os produtores receberem os técnicos, devido à safra da uva. No entanto, ela afirma ter certeza de que "os produtores vão entender a importância e urgência em desenvolver este trabalho". Para facilitá-lo, os técnicos do Ibravin Luiz Carlos Guzzo e Rudimar Zanesco, responsáveis pela medição nas propriedades, irão entrar em contato com os proprietários, para agendar o dia para realizar o mapeamento.
Durante a visita, o produtor deverá acompanhar o técnico que visitará a propriedade, percorrendo cada parreiral e, com um aparelho de GPS, levantará os pontos que permitem reproduzir a área e localização exata de cada cultivar. Os técnicos também irão coletar os dados que os produtores já estão acostumados a preencher no recadastramento anual, como variedades, porta-enxerto, idade dos vinhedos e produção.
A pesquisadora da Embrapa Uva e Vinho destaca ainda que, para agilizar o trabalho, é importante que os produtores preparem um desenho aproximado dos vinhedos, detalhando os limites de cada cultivar, e também revisem as informações do recadastro realizado em 2011 e já apontem, se necessário, as correções.
*Com informações da Embrapa Uva e Vinho.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Newen Reserve Malbec – 2010
Produtor: Bodega del Fin del Mundo.
Origem: Patagônia, Argentina.
Visual: Cor violácea brilhante.
Olfato: Floral, frutas vermelhas, baunilha, especiarias.
Paladar: Médio corpo. Frutado, com madeira aparente e taninos bem ativos, fazendo salivar.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Malbec, teve estágio de 12 meses em carvalho francês (70%) e americano (30%). Ainda está jovem, merece guarda.
Classificação: Bom (melhora com a guarda)
Faixa de preço: R$ 60
Origem: Patagônia, Argentina.
Visual: Cor violácea brilhante.
Olfato: Floral, frutas vermelhas, baunilha, especiarias.
Paladar: Médio corpo. Frutado, com madeira aparente e taninos bem ativos, fazendo salivar.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Malbec, teve estágio de 12 meses em carvalho francês (70%) e americano (30%). Ainda está jovem, merece guarda.
Classificação: Bom (melhora com a guarda)
Faixa de preço: R$ 60
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