terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Galvão Bueno é o novo sócio da vinícola Miolo

Sociedade pode ampliar negócios em até R$ 500 milhões até 2020
Crédito: Ana Cris Paulus


Com uma parceria que teve início em 2009, com a vinificação dos vinhos superpremium – Paralelo 31 e espumante Bueno Cuvée Prestige  - que levavam a marca do narrador esportivo, a Miolo fechou sociedade com Galvão Bueno. Ele agora passa a compor o quadro acionário da empresa ao lado das famílias Miolo, Benedetti, Tecchio e Randon. A novidade gerará expansão dos negócios, que podem chegar a um faturamento anual de R$ 500 milhões, até 2020. A operação foi coordenada pela PricewaterhouseCoopers - uma das maiores prestadoras de serviços profissionais do mundo, que presta  serviços de auditoria, consultoria e outros serviços acessórios para todo tipo de empresas no mundo inteiro.

A Miolo Wine Group é líder no mercado nacional de vinhos finos entre as vinícolas brasileiras, com aproximadamente 35% de market share e já é referência em qualidade. Responsável pela elaboração de mais de 100 rótulos produzidos em sete projetos vitivinícolas no Brasil, em diferentes regiões, a empresa conta com parcerias internacionais com Argentina, Chile, Espanha, Itália e França. É a maior exportadora brasileira de vinhos e está entre as principais produtoras de espumantes, com participação de cerca de 15% no mercado.

Sendo assim, a chegada de Galvão ao grupo irá fortalecer a empresa e contribuirá na construção da imagem, além de ganhar maior notoriedade.  O projeto Bella Vista Estate, de propriedade do narrador está localizado na região da Campanha (RS), local reconhecido como uma das regiões mais promissoras para o cultivo de uvas, o paralelo 31 – faixa do planeta onde se encontram as melhores regiões vitivinícolas do mundo. Hoje, o projeto conta com 30 hectares de vinhedos e seis rótulos, entre espumantes, vinhos brancos e tintos. “Conhecer a família Miolo foi para mim um acontecimento especial. Trabalhar em parceria com eles só me fez aumentar minha paixão pelos vinhos. Associar-me a eles é fazer parte de uma saga que se iniciou no século XIX e que me enche de orgulho.” Galvão Bueno.

1 comentário

Anônimo disse...

Miolo já é ruim, com Galvão, ficará pior. Salvaguardas e Galvão, duas apostas furadas. Miolo nunca mais!
Saludos,
Leonel