terça-feira, 22 de julho de 2014

O vinho quente das montanhas da Patagônia


Andando por Bariloche no inverno, é comum ver em algumas lojas, bares ou restaurantes o chamado "vinho da montanha" ou "vin brulé". A fórmula é comum na Itália e em países como Alemanha e Áustria (nesses dois últimos é chamada de Glühwein). Trata-se de um uma bebida feita para o frio intenso das montanhas geladas. Na Argentina, se toma para aquecer o corpo ou no final da refeição. A matéria-prima principal do composto é vinho tinto, no qual normalmente acrescenta-se água, açúcar, cravo, canela e casca de laranja.


A ideia é esquentar o vinho para bebê-lo entre 50°C e 70°C. A cor é normalmente é de um vermelho profundo e o sabor intenso, generoso. É um vinho doce e exótico, que ressalta bem as especiarias da receita. É uma bebida que particularmente não me agrada, mas que quem ainda não provou precisa pelo menos dar uma experimentada - seja para saber como é o gosto ou apenas para “aquecer a alma”.

O vinho pode ser encontrado em garrafas de 375 ml e 750 ml ou sair já quentinho de equipamentos instalados em pontos de venda. O vin brulé tem 16% de álcool. A garrafa de 750 ml custa cerca de 30 reais.