sexta-feira, 8 de agosto de 2014

A incrível história dos vinhos de Colares

Eles resistiram à praga da Filoxera no século XIX e suas vinhas resistem até hoje, numa minúscula área demarcada de 15 hectares, aos ventos furiosos da região e à corrosão do sal. São fortes o suficiente para envelhecer por décadas na garrafa e ganhar complexidade.


Eça de Queirós considerava os vinhos da região portuguesa de Colares “os mais franceses” do reino. Suas uvas são bem distintas das castas portuguesas que conhecemos: Ramisco, Molar e João Santarém (tintas) e Malvasia de Colares (branca). Com todos esses atributos, era de se estranhar se eles não estivessem entre os mais caros do país.


Conheça mais sobre a história dos vinhos de Colares contada por Pedro Garcias em uma bela matéria publicada pela revista portuguesa Fugas. Clique aqui.