segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Zahar lança edição em português de “O vinho mais caro da história”

Para começar o ano com uma boa leitura, a pedida é o livro “O vinho mais caro da história – Fraude e mistério no mundo dos bilionários”, de Benjamin Wallace. Já havia comentado aqui no Escrivinhos sobre a o lançamento da publicação nos Estados Unidos (relembre). Agora, o leitor brasileiro pode contar com o Best Seller traduzido para o português, lançado pela editora Zahar.

Empolgante e de fácil leitura, o livro conta a história do leilão de um Lafite 1787, cujo lance final chegou a 156 mil dólares. As iniciais “Th.J.” gravadas no vidro, indicavam que a garrafa pertencera a Thomas Jefferson, ex-presidente dos EUA, embaixador na França entre 1784 e 1789, e um dos maiores conhecedores de vinho do seu tempo.

Hardy Rodenstock, o alemão que descobrira a garrafa em Paris, passou a promover degustações com os vinhos de uma suposta “adega oculta” de Jefferson e fez fortuna vendendo relíquias semelhantes para colecionadores de vinho de todo o mundo. No fim da década de 90, um dos milionários que adquirira garrafas de Rodenstock resolveu submetê-las a análises científicas, levantando a possibilidade de fraude. Vale a pena conferir o desenrolar da história.

O vinho mais caro da história
Faixa de preço: R$ 39,90
Onde encontrar: Nas livrarias.

2 comentários

Bruna disse...

Olá Fabiana,
É a Bruna da Edelman, agência de comunicação da Jorge Zahar Editor.
Parabéns pelo post! A Zahar agradece a indicação.
Em o Vinho mais caro da história, o leitor poderá também acompanhar as pistas levantadas por cientistas, enófilos e especialistas em Jefferson, para conseguir revelar o surpreendente caso.
Abraços!

Bruna disse...

Olá Fabiana,
É a Bruna da Edelman, agência de comunicação da Jorge Zahar Editor.
Parabéns pelo post! A Zahar agradece a indicação.
Em o Vinho mais caro da história, o leitor poderá também acompanhar as pistas levantadas por cientistas, enófilos e especialistas em Jefferson, para conseguir revelar o surpreendente caso.
Abraços!