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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Viña Cantarera Garnacha 2015


Origem: Castilla y León, Espanha.
Cor: Violeta pouco profundo.
Olfato: Uma profusão de frutas silvestres vermelhas e negras, junto com notas de canela, café e pimenta do reino.
Paladar: Fresco, frutado e jovem. Seu sabor traz de volta as sensações do olfato.
Outras considerações: Um vinho descomplicado e agradável de tomar, se passagem por madeira e elaborado com a variedade Garnacha.

Preço: No Recife, R$ 44,80 (em promoção no RM Express). Importado pela Zahil.
Classificação: Muito Bom.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Drinks com o Cava Freixenet Ice (CBE#)

Aproveitando o tema de fevereiro da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE), sugerido pelo confrade Alexandre Frias (Blog Diário de Baco), aproveitei a ocasião do lançamento do cava Freixenet Ice (saiba mais) para inventar algumas misturas em casa. A pedida foi a seguinte: “drinks de verão com vinho e espumante”

Confesso que sou purista e me recuso acrescentar outra bebida alcoólica ao vinho. Então segui a proposta da Freixenet de acrescentar pedras de gelo no cava e usei apenas frutas e elementos naturais nas minhas preparações. Gostei de todas as opções, mas vou numerar, por ordem de preferência, as que mais gostei. Lembrando que em todas elas usei três pedras de gelo e meia taça grande com o espumante.



1 – Freixenet Ice com lichia: Usei a popa de três ou quatro lichias partidas em pedaços e misturei à bebida. O sabor da fruta integrou-se muito bem ao do espumante, formando um drink muito fresco e “mastigável”, já que no final você pode apreciar o sabor da lichia embebida no cava.

2 – Freixenet Ice com morango: Parti três ou quatro morangos em rodelas. O aroma e o sabor da fruta predominam, compondo um drink bem saboroso e fresco, igualmente “mastigável”.

3 – Freixenet Ice com hortelã e gengibre: Juntei algumas folhas de hortelã a pequenos pedaços de gengibre macerados e acrescentei à bebida. O resultado foi um imenso frescor, com um sabor levemente exótico.



Espero que tenham curtido. Eu adorei e vou repetir a dose!

Aqui no Recife, o cava Freixenet Ice custa entre R$ 70 e R$ 80. A importação é da Licínio Dias (LD) Importação.

Freixenet reforça presença no mercado com lançamento de Cava Ice

A Freixenet, maior produtor de espumantes de denominação Cava da Espanha, reforçou a sua presença mundial com o lançamento de mais um produto: o Cava Freixenet Ice. A marca segue uma tendência lançada pelas casas de Champagne, na França, de elaborar espumantes feitos para serem tomados com gelo, propícios para a preparação de drinks. A ideia da Freixenet é atrair novos e jovens consumidores, com uma proposta “fresh, fácil e chic”.


O lançamento no Brasil chegou numa época bem adequada, quando os termômetros registram altas temperaturas.  No Recife, o lançamento da marca aconteceu com uma ação no restaurante Alphaiate, com a preparação de drinks por um barman, no charmoso carrinho Freixenet Ice. Posteriormente, foi feita uma apresentação para a imprensa, no Boteco Porto Ferreiro. As iniciativas também foram para apresentar o novo importador da Freixenet na região: a Licínio Dias (LD) Importação. A meta é comercializar 36 mil garrafas de Cava em 2017.

Antes de falar especificamente sobre os produtos, explicarei um pouco sobre Cava e a Freixenet.

CAVA – O Cava surgiu na região da Catalunha, no Norte da Espanha. Seu nome faz referência à palavra cava, que significa cave ou adega. É elaborado através do método tradicional, com segunda fermentação em garrafa (o mesmo usado em Champagne). Inclusive, tem inspiração na própria bebida francesa, que os espanhóis já conheciam desde o século 18. Mas foi só na primeira metade do século 19 que eles começaram a produzir o seu próprio espumante.

Em 1879, a Espanha foi acometida pela praga Filoxera, que já vinha dizimando os vinhedos da França há alguns anos. Sabendo que mais cedo ou mais tarde a doença também chegaria às suas plantações, os espanhóis trataram de estudar soluções para o problema e descobriram que três variedades nativas da região eram resistentes à praga: as uvas Xarel-lo, Macabeu e Parellada. Foi com essas cepas brancas que os espanhóis começaram a elaborar o Cava e, nesse período, passaram por um crescimento econômico, fornecendo bebida aos sedentos franceses que viram sua produção despencar com a Filoxera.

Somente em 1979 a palavra Cava foi adotada para identificar a bebida e em 1986 a Denominação de Origem (D.O.) foi regulamentada. A principal parte da produção (90%) se concentra na Catalunha, mais especificamente na região de Penedès, que tem Sant Sadurní d’Anoia (onde está localizada a Freixenet) como “Capital do Cava”. Além da Catalunha, também podem produzir Cava as regiões de La Rioja, Alava, Navarra, Zaragoza, Valencia e Badajoz. Na regulamentação da D.O. ainda foi permitido se usar, além do trio Xarel-lo/Macabeu/Parellada,  as variedades brancas Chardonnay e Malvasía Riojana (Subirat Parent) e as tintas Pinot Noir, Monastrell e Trepat.



FREIXENET – Em 1861, na região de Penedès, Francesc Ferrés começou a comercializar os vinhos que já produzia para consumo próprio. Anos depois, seu filho Pedro casa-se com Dolores Sala Vivé, da renomada vinícola Casa Sala. Ela era uma grande conhecedora da produção de vinhos e Pedro um homem de negócios. Foi então, que em 1914 eles batizaram a Freixenet em homenagem ao vinhedo chamado La Freixeneda, local que Pedro frequentava desde muito pequeno e que existe até hoje.

Nos anos 30, Pedro consolida o sonho de expandir os negócios pelo mundo com a abertura de um escritório em New Jersey, nos Estados Unidos. Mas foi nos anos 40 que a empresa passou para as mãos de Dolores e de suas três filhas, uma vez que Pedro e o filho mais velho do casal morreram na triste Guerra Civil espanhola. Nos anos 50, a “dama do Cava” se aposenta e passa o comando para o filho Josep Ferrer Bosch, que deu início a uma enorme fase de modernização na Freixenet.

A vinícola foi a responsável pela introdução da técnica de resfriamento de tanques, pela invenção da prensa pneumática e das giropaletas, máquinas que fazem o "remuage" (giro e inclinação diário das garrafas durante a segunda fermentação para que os sedimentos se depositem no gargalo da garrafa para depois serem expulsos pela técnica de “degorgement”).

Atualmente, a Freixenet está presente em mais de cem países, com uma produção de cem milhões de garrafas por ano. Continua nas mãos da quinta geração da mesma família e tem como diretor técnico o enólogo Josep Bujan, que está na empresa desde 1980.


Confira as minhas impressões sobre os cavas provados:

Freixenet Ice Cuvée Especial

De coloração amarelo palha com traços esverdeados, tem um bom perlage, com bolhas finas e persistentes. O aroma vai do floral ao frutado, envolvendo notas de damascos, pêssego e um leve cítrico. Na boca mostra-se cremoso, com boa presença de “agulha”, causada pelas borbulhas e sabor levemente adocicado, com acidez bem presente. É elaborado com as variedades Macabeo, Parellada e Xarel-lo, com um toque de Chardonnay para conseguir mais intensidade e equilibrar o efeito do gelo. Achei bastante refrescante e não enjoativo. Dá para preparar drinks refrescantes e gostosos usando somente o Cava junto com gelo, frutas e folhas de hortelã. A bebida foi envelhecida entre 12 e 14 meses e apresenta 45 g/l de açúcar, o que lhe caracteriza como semi seco.

Classificação: Muito Bom/Excelente.

Freixenet Cordon Rosado Gran Selección Brut

Elaborado com as uvas tintas Trepat e Garnacha, é um espumante muito fresco e delicado, de coloração cereja e com boa intensidade de borbulhas. O aroma traz notas de frutas vermelhas silvestres, como morango e framboesa. Também mostra toques de frutas secas. No paladar destacam-se sua leveza e o sabor frutado, amparado pela boa acidez da bebida. Final prolongado. Sua maturação foi de 12 a 18 meses.

Classificação: Excelente.

Freixenet Cordon Negro Gran Selección Brut

O Cava ícone da Freixenet tem as três uvas clássicas da região em sua composição: Macabeo, Xarel-lo e Parellada. Na taça, apresenta cor amarelo palha com tons esverdeados, borbulhas finas e persistentes. No olfato aparecem notas de pera, abacaxi e um toque cítrico. As mesmas sensações são percebidas no paladar, que é fresco, cremoso e persistente. Envelheceu de 18 a 24 meses.

Classificação: Excelente.

Freixenet Carta Nevada Premium Cava

Também produzido com as uvas Macabeo, Xarello e Parellada, tem 38 g/l de açúcar, o que lhe classifica como semi  seco. A coloração é amarelo palha com reflexos dourados. As borbulhas são de tamanho médio, mas com boa intensidade. Predominam no nariz as notas florais e frutadas, lembrando cajá. Na boca apresenta acidez média, leve adocicado e boa cremosidade. Foi envelhecido de 12 a 18 meses. Vai bem com sobremesas que mesclam o doce/salgado.

Classificação: Muito Bom.

SERVIÇO: Os cavas Freixenet Ice custam entre R$ 70 e R$ 80. No Recife e Região Metropolitana podem ser encontrados em lojas como Casa dos Frios, Portus, DLP e Tia Dulce (Olinda).

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Abadia Retuerta Selección Especial 2011


Tipo: Tinto
Produtor: Abadia Retuerta.
Origem: Castilla y León (Sardón de Duero), Espanha.
Características: De coloração violeta profunda, o vinho entrega ao nariz um aroma rico em sensações, onde pode se identificar ameixa, alcaçuz, erva-doce, especiarias, cravo, baunilha, floral (flor de laranjeira), café e tabaco. Paladar de médio corpo, com ótimo equilíbrio entre acidez e taninos. Saboroso, deixa a suas impressões na boca durante um longo tempo, mesclando as mesmas notas sentidas no nariz, junto com um toque de chocolate. Tem 15% de álcool, porém essa alta graduação não interfere na qualidade do vinho. Elaborado com as variedades (75%) Tempranillo, (15%) Cabernet Sauvignon e (10%) Syrah, maturou 19 meses em barricas de carvalho francês e americano.

Classificação: Excelente/Excepcional.
Média de preço: Comprado nos EUA por 23 dólares. No Brasil, custa cerca de R$ 220 (importado pela Península Vinhos).

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Vinhos de um dos maiores importadores do Reino Unido agora no Brasil

A Berkmann Wine Cellars, um dos maiores importadores de vinhos do Reino Unido, está iniciando as atividades no Brasil. Fundada em 1964, a empresa recebeu, nos últimos quatro anos, o prêmio "Great Value Wine Merchant of the Year", que é concedido pelos profissionais do mercado inglês à companhia que comercializa os produtos de melhor relação qualidade/preço. Conheci alguns vinhos da importadora durante uma degustação promovida há alguns dias pelo Empório 4 Elementos, que acaba de fechar distribuição exclusiva da Berkmann no Recife.


Antes de falar sobre os vinhos provados, é interessante frisar que a importadora comercializa cerca de três mil rótulos de 20 países diferentes no Reino Unido. Aqui no Brasil, a marca está trabalhando com um portfólio de mais de 60 vinhos, todos inéditos no nosso mercado, de países como Espanha, França, Itália, Eslovênia, Alemanha, Estados Unidos, África do Sul e Austrália.


Dessa carta, o Empório 4 Elementos selecionou cerca de 20 rótulos para trabalhar inicialmente. Confira a seguir as minhas impressões sobre as amostras que mais se destacaram na degustação (os preços indicados são para consumidor final):

Nina Garganega Pinot Grigio 2014


Tipo: Branco.
Produtor: Nina.
Origem: Vêneto, Itália.
Características: Elaborado na região italiana do Vêneto com as uvas Garganega (60%) e Pinot Grigio (40%), este branco é uma opção refrescante, podendo ser degustado, inclusive, sem o acompanhamento de alimentos. Seu aroma traz notas de frutas brancas e maçã verde. Na boca, suas principais características são a leveza e o frescor. O sabor traz um leve toque floral.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 65.

Viña Vasta Verdejo/Viura 2014


Tipo: Branco.
Produtor: Bodegas Isidro Milagro.
Origem: Castilla La Mancha, Espanha.
Características: De cor amarelo palha com traços esverdeados, este vinho exibe mais estrutura que a amostra anterior. Elaborado com as variedades Verdejo e Viura, possui caráter cítrico que se integra a notas de aspargos, tanto no sabor quanto no aroma. De corpo médio, tem boa acidez e persistência.

Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 64.

Vent du Sud Grenache Blanc/Viognier 2014


Tipo: Branco.
Produtor: Vent du Sud.
Origem: Languedoc-Rousillon, França.
Características: Elaborado com 80% de Grenache Blanc e 20% de Viognier, tem coloração amarelo palha com tons esverdeados. Exala notas florais e de frutas brancas, como melão. Sabor levemente adocicado, porém com acidez presente. Corpo leve.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 97.

Niel Joubert Sauvignon Blanc 2015


Tipo: Branco.
Produtor: Niel Joubert.
Origem: Paarl, África do Sul.
Características: Este branco tem em sua composição 100% de uvas Sauvignon Blanc provenientes de vinhas com até 25 anos de idade. Tem cor amarelo palha brilhante. Já o aroma envolve características de maçã verde e carambola, junto com um toque floral. No paladar mostra bom frescor e persistência de média prolongada.

Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 78.

Villa Rossi Sangiovese Rubicone 2014


Tipo: Tinto.
Produtor: Villa Rossi.
Origem: Emilia-Romagna, Itália.
Características: Feito 100% com a variedade Sangiovese, é um tinto de cor rubi brilhante e pouco profunda. No agradável aroma predominas frutas vermelhas silvestres, como morango e framboesa, além de um toque de canela. No paladar, mostra-se um vinho fácil de beber, com corpo médio e bom equilíbrio entre taninos e acidez. Junto com as mesmas sensações do nariz, o sabor ainda traz notas de café. Não tem passagem por madeira.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 68.

Vent du Sud Syrah/Grenache 2014


Tipo: Tinto.
Produtor: Vent du Sud.
Origem: Languedoc-Rousillon, França.
Características: Na sua composição entram as uvas Syrah (50%) e Grenache (50%). Não houve estágio em carvalho. Sua cor é rubi pouco profunda e no olfato aparecem notas de morango em compota e especiarias. É um vinho de paladar encorpado, mas com bom equilíbrio. O sabor confirma as impressões do nariz.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 97.


Viña Vasta Tempranillo/Merlot/Syrah 2014


Tipo: Tinto.
Produtor: Viña Vasta.
Origem: Castilla La Mancha, Espanha.
Características: Coloração rubi pouco profunda com bordas granada. O aroma exprime uma boa complexidade, com traços de goiaba madura, especiarias, frutas vermelhas silvestres e mentol. O paladar é de médio corpo, seco e de bom equilíbrio. Além das sensações do nariz, seu sabor também envolve notas de café. É elaborado com as uvas Tempranillo, Merlot e Syrah.

Classificação: Bom/Muito Bom.
Média de preço: R$ 64.

Vignamato Rosso Piceno Marche DOP 2014


Tipo: Tinto.
Produtor: Vignamato.
Origem: Marche, Itália.
Características: Cor rubi de média profundidade. Aroma elegante que traz notas de alcaçuz, frutas maduras, especiarias e tabaco. Paladar saboroso e equilibrado, de médio corpo e final prolongado. Feito com 80% de uvas Montepulciano e 20% de Sangiovese, o vinho passou por afinamento de seis meses em garrafa.

Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 111.

Itynera Montepulciano d'Abruzzo 2013


Tipo: Tinto.
Produtor: Vignamato.
Origem: Abruzzo, Itália.
Características: Produzido 100% com uvas Montepulciano, é um tinto de coloração rubi com média profundidade. Notas florais, de frutas maduras, especiarias e café aparecem no aroma. Seu paladar, de médio corpo, é marcado pelas mesmas características do nariz. Final com persistência de média a prolongada. Sua maturação aconteceu em barris de carvalho francês e americano durante 12 meses.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 145.


Visconti della Roca Primitivo 2014


Tipo: Tinto.
Produtor: Visconti della Roca.
Origem: Puglia, Itália.
Características: Sua composição é de 100% de uvas Primitivo. Tem cor granada pouco profunda. O aroma exprime ameixa madura, café, especiarias e café. Possui corpo médio, taninos macios e retrogosto de médio a prolongado. Este vinho estagiou parcialmente em barris de carvalho.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 86.

Niel Joubert Merlot 2013


Tipo: Tinto.
Produtor: Niel Joubert.
Origem: Paarl, África do Sul.
Características: Expressivo tinto de cor granada pouco profunda. Seus aromas formam um conjunto de sensações tais quais frutas em compota, café, tabaco, terra e um toque tostado. Paladar encorpado, porém de taninos macios e boa acidez. Maturou seis meses em pequenos barris de carvalho.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 115.

EMPÓRIO 4 ELEMENTOS:
Av. Conselheiro Aguiar, 4635, Boa Viagem, Recife.
Fone: (81) 3034-3040

sábado, 9 de julho de 2016

Gik: Um oceano azul no mercado de vinhos


Uma nova marca de vinhos vem causando frisson na Europa. Ele é produzido na Espanha com uvas tintas e brancas de diferentes vinhedos da Espanha e França, provenientes das regiões de La Rioja, Zaragoza, León e Castilla-la Mancha. E o diferencial? Ele é azul! Apesar de não possuir denominação de origem, ele é vegano, não leva açúcar em sua formulação e seu teor alcoólico é de 11,5%.


Bastante refrescante o novo rótulo da empresa Gik Live desperta a atenção pela cor, que é resultado da mistura de dois pigmentos orgânicos, o índigo e a antocianina. Segundo os seus criadores, ele foi pensando após a leitura do livro “A estratégia do oceano azul”, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne, que sugere que a criação de novos espaços é o oceano azul, e uma separação da concorrência é o oceano vermelho. No oceano azul, sem concorrência, os pequenos peixes podem nadar livremente.  Ou seja, o oceano azul foi a inspiração para a cor inusitada, e além do mais é inovador, divertido e jovem.


Levando cerca de dois anos para ser lançado, o Gik contou com a parceria da University of the Basque Country and Food Tech para ser desenvolvido. Ele é levemente adocicado e não concorre com os tradicionais rótulos europeus, mas segue todas as normas de qualidade da União Europeia. O vinho ainda não tem previsão para chegar ao Brasil, mas por lá, custa o equivalente a aproximadamente R$ 36,00. Por enquanto pode ser adquirido no site: https://gik.blue/en

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Os melhores do Road Show Adega Alentejana 2016

Estive na última sexta-feira (06) na última parada do Passeio Enogastronômico da Adega Alentejana pelo Brasil. A oitava edição do road show passou por dez cidades brasileiras, terminando no Recife. Na capital pernambucana, o evento reuniu, no hotel Golden Tulip, em Boa Viagem, produtores de vinhos da Espanha e de Portugal, e ainda uma seleção de azeites, geleias e outras iguarias trazidas ao Brasil pela importadora.

Além de poder provar novamente alguns clássicos (o portfólio da Adega Alentejana é recheado deles), também descobri algumas novidades. Vamos ao que interessa: a minha classificação dos melhores rótulos provados.

BRANCOS

EXCELENTE/EXCEPCIONAL:


- Tiago Cabaço Encruzado 2013 (Alentejo, Portugal)
- Pera Manca 2013 (Alentejo, Portugal)

EXCELENTE:


- Quinta de Chocapalha Arinto 2014 - (Lisboa, Portugal)
- Paulo Laureano Reserve 2013 (Alentejo, Portugal)
- Quinta da Alorna Arinto/Chardonnay 2014 (Tejo, Portugal)
- Guru Branco 2014 (Douro, Portugal)
- Adega de Borba Reserva 2013 (Alentejo, Portugal)
- Cortes de Cima 2014 (Alentejo, Portugal)

MUITO BOM/EXCELENTE:


- Flor de Vetus Verdejo 2015 (Rueda, Espanha)
- Paulo Laureano DOC Bucelas 2014 (Alentejo, Portugal)
- Marquesa de Alorna Grande Reserva 2013 (Tejo, Portugal)
- Aventura 2014 (Alentejo, Portugal)
- Procura 2014 (Alentejo, Portugal)

MUITO BOM:


- .Com Branco 2014 (Alentejo, Portugal)
- Quinta da Alorna 2014 (Tejo, Portugal)
- Monte do Pintor 2014 (Alentejo, Portugal)

ROSÉS

MUITO BOM:


- Condes de Barcelos Vinho Verde Rosé (Minho, Portugal)

ESPUMANTES

EXCELENTE:


- Monte do Pintor Método Clássico Bruto 2012 (Alentejo, Portugal)

TINTOS

EXCEPCIONAL:


- Paulo Laureano Premium Vinhas Velhas 2014 (Alentejo, Portugal )
- Terra a Terra Reserva 2011 (Douro, Portugal)

EXCELENTE/EXCEPCIONAL:


- Poliphonia Signature 2011 (Alentejo, Portugal)
- Quinta da Alorna Reserva Touriga Nacional/Cabernet Sauvignon 2011 (Tejo, Portugal)
- Pintas Character 2013 (Douro, Portugal)
- Adega de Borba Grande Reserva Rótulo de Cortiça 2011 (Alentejo, Portugal)

EXCELENTE:


- Izadi Selección 2011 (Rioja, Espanha)
- Tapada do Fidalgo Reserva 2013 (Alentejo, Portugal)
- Poliphonia 2013 (Alentejo, Portugal)
- Quanta Terra Grande Reserva 2011 (Douro, Portugal)
- Marquesa de Alorna Grande Reserva 2011 (Tejo, Portugal)
- Mouchão 2010 (Alentejo, Portugal)
- Ponte das Canas 2011 (Alentejo, Portugal)
- Crochet 2012 (Douro, Portugal)
- Chocapalha Vinha Mãe2010 (Lisboa, Portugal)
- Manoella 2013 (Douro, Portugal)
- Monte do Pintor 2011 (Alentejo, Portugal)
- Monte dos Cabaços Reserva 2008 (Alentejo, Portugal)
- Adega de Borba Reserva Rótulo de Cortiça 2011 (Alentejo, Portugal)
- Adega de Borba Premium 2012 (Alentejo, Portugal)
- Cartuxa Colheita 2012 (Alentejo, Portugal)

MUITO BOM/EXCELENTE:


- Quinta do Corujão 2012 (Dão, Portugal)
- Tiago Cabaço Alicante Bouschet 2012 (Alentejo, Portugal)
- Procura 2012 (Alentejo, Portugal)
- Aventura 2013 (Alentejo, Portugal)
- Cortes de Cima 2012 (Alentejo, Portugal)

MUITO BOM:


- Maria Mansa 2010 (Douro, Portugal)
- MOB 2012 (Dão, Portugal)
- Tapada do Fidalgo 2014 (Alentejo, Portugal)
- Paulo Laureano Reserve 2014 (Alentejo, Portugal)
- Cedro do Noval 2010 (Douro, Portugal)
- Quinta da Alorna Castelão 2013 (Tejo, Portugal)

BOA COMPRA:

- Cortes de Cima Courela 2013 (Alentejo, Portugal)

FORTIFICADOS

EXCELENTE:


- Quinta do Noval Tawny Reserve (Douro, Portugal)

SERVIÇO:
No Recife, os vinhos da Adega Alentejana podem ser encontrados nas lojas RM Express e Ingá Vinhos.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Finca San Martin Crianza 2012


Tipo: Tinto.
Produtor: Torre de Oña.
Origem: Rioja, Espanha.
Visual: Cor rubi de média profundidade com traços de coloração granada.
Olfato: Elegante e intenso, com toques florais, de frutas vermelhas, chocolate e tabaco.
Paladar: Médio corpo, muito equilibrado, macio e com final de boca de médio a prolongado. O sabor reflete as impressões do olfato.
Outras considerações: Este é o segundo vinho da bodega Torre de Oña, pertencente a um milionário cubano e integrada ao grupo Rioja Alta em 1995. Elaborado exclusivamente com uvas Tempranillo, o vinho maturou 18 meses em barricas de carvalho. Tem 13,5% de álcool. Ainda evolui na garrafa.

Classificação: Excelente 
Média de preço: Comprado nos EUA por 13 dólares. No Brasil, é importado pela Zahil e custa, em média, R$ 150.

quinta-feira, 17 de março de 2016

La Rioja Alta Gran Reserva 904 2004


Tipo: Tinto
Produtor: La Rioja Alta S.A.
Origem: Rioja, Espanha.
Visual: Cor rubi de média profundidade.
Olfato: Ampla gama de sensações. Apresenta notas de frutas vermelhas em compota, passa de caju, chocolate, ervas secas, tostado e fumo.
Paladar: Muito equilibrado e elegante, com taninos finos e acidez correta. Retrogosto de grande persistência. Corpo médio a encorpado. O sabor mostra praticamente as mesmas características do nariz.
Outras considerações: Elaborado com 90% da uva Tempranillo e 10% da variedade Graciano, este é um dos mais renomados vinhos espanhóis, que foi criado em comemoração à fusão da Viña Ardanza com a La Rioja Alta, em 1904. Elaborado apenas em colheitas excepcionais, tem amadurecimento em barris de carvalho durante quatro anos. É um vinho ainda com bom potencial de evolução. Tem 13% de álcool.

Classificação: Excepcional.
Média de preço: Nos EUA, por volta de 40 dólares. No Brasil, cerca de R$ 650 (Importado pela Zahil).

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Tudanca Tinto Roble 2008


Tipo: Tinto.
Produtor: Vinos Tudanca.
Origem: Ribera del Duero, Espanha.
Visual: Cor granada de média profundidade.
Olfato: Frutas vermelhas em compota, café, caramelo, alcaçuz e especiarias.
Paladar: Um vinho de médio a encorpado, com bom equilíbrio entre taninos e acidez. O sabor traz de volta as características do olfato. Final médio.
Outras considerações: Elaborado 100% com a uva Tinto Fino (Tempranillo), permaneceu em barricas de carvalho francês e americano por seis meses. Tem 13,5% de álcool. Recomendo tomar agora, pois está no ponto.

Classificação: Bom.
Média de preço: R$ 96 [www.wineinpack.com.br]

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Marqués de Riscal Rueda 2014


Tipo: Branco.
Produtor: Herderos del Marqués de Riscal.
Origem: Rueda, Espanha.
Visual: Cor amarelo palha com reflexos esverdeados.
Olfato: Notas florais e leve toque cítrico.
Paladar: Combina frescor e elegância com sua ótima acidez e corpo de leve a médio. O sabor repete as sensações do olfato. Persistência de média a prolongada.
Outras considerações: Elaborado com as variedades Verdejo (85%) e Viura (15%) provenientes da Denominação de Origem (DO) Rueda, que vem ganhando cada vez mais destaque com os seus vinhos brancos. O produtor é o tradicional Marqués de Riscal, primeira vinícola a explorar a região.Tem 12,5% de álcool

Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 50 a 60 [No Recife, nas lojas RM Express e DLP]

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Tranco 2011


Tipo:
Tinto.
Produtor: Señorío de Barahonda.
Origem: Yecla, Espanha.
Visual: Cor rubi brilhante. Média profundidade.
Olfato: Os aromas formam um conjunto exótico, onde encontramos café, alcaçuz, groselha, ameixa preta, goiaba e especiarias.
Paladar: De médio a encorpado, o vinho traz para o sabor as impressões sentidas no nariz. Bastante seco, tem final longo e apimentado.
Outras considerações: Este vinho é proveniente da Denominação de Origem Yecla, situada ao norte da região de Múrcia e conhecida pela variedade Monastrell (a Mourvèdre francesa). O corte, aliás, é feito com Monastrell e Cabernet Sauvignon. Parte do vinho maturou por três meses em carvalho americano e francês. Sua graduação alcoólica é de 14,5%. Outra curiosidade: Tranco é o nome dado por algumas pessoas em Yecla a videiras grandes e antigas.  

Classificação: Muito Bom. 
Média de preço: R$ 64 (www.wine.com.br)

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Vega Sicilia Pintia 2009 (#CBE)

Já havia tomado este vinho há alguns meses, mas só agora resolvi comentar sobre ele aqui, por ocasião do tema da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE). Este mês, a sugestão foi de Ju Gonçalves (Blog Vou de Vinho), que fez a seguinte pedida: "Um vinho feito de uva Tempranillo, de qualquer lugar e qualquer preço".

Então acho que essa é um a boa hora falar sobre este belo tinto da região espanhola de Toro, elaborado pela mítica bodega Veja Sicilia, que provei na casa de amigos.

Confira a avaliação:


Elaborado 100% com a variedade Tinta de Toro (Tempranillo), maturou 12 meses em carvalho francês (70%) e americano (30%). Esta safra do Pintia teve alguns problemas com a grande quantidade de sedimentos, mas esta amostra eles não me pareceram tão abundantes, ficando num padrão aceitável para os vinhos sem filtração.

De coloração rubi bem profunda, os aromas são intensos e elegantes, trazendo notas de alcaçuz, frutas silvestres, chocolate, toques terrosos, de café e de especiarias. Paladar encorpado, porém de taninos muito macios. O sabor é de frutas vermelhas em compota, pimenta do reino, baunilha, café, tabaco e canela. Final deliciosamente persistente.

Classificação: Excelente/Excepcional.
Média de preço: 30 €. No Brasil, R$ 370 (Importadora Mistral).

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Vega Saúco Piedras Crianza 2011


Tipo: Tinto.
Produtor: Vega Saúco.
Origem: Toro, Espanha.
Visual: Cor rubi brilhante, de média profundidade.
Olfato: Ameixa, ervas secas, floral e melaço.
Paladar: Médio corpo, taninos de boa qualidade e em equilíbrio com a acidez da bebida. Um vinho saboroso, que repete as impressões do nariz. Final de médio a prolongado.
Outras considerações: Elaborado 100% com a variedade Tempranillo, o vinho amadureceu por no mínimo 12 meses em carvalho, sendo 50% nas barricas de carvalho de origem francesa e 50% nas de origem americana. Tem 14,5% de álcool.

Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 65 a 70 (No Recife no Empório 4 Elementos).

terça-feira, 16 de junho de 2015

Dois Cavas de qualidade abrem a primeira a seleção do Clube W Espumantes

Conforme já havia falado aqui no blog, a Wine.com.br lançou recentemente uma nova modalidade para o seu clube de assinaturas. Trata-se do Clube W Espumantes, que oferecerá, durante três meses, seleções exclusivas da bebida. As se associar ao Clube, os clientes recebem duas garrafas de espumante no valor de R$ 58, cada, e têm os mesmos benefícios dos outros tipos de assinatura.

No último fim de semana, provei os dois exemplares da primeira seleção e fiquei bem satisfeita com a qualidade dos produtos. A dupla da estreia é composta por dois Cavas* produzidos pelas Bodegas Langa.

*(espumantes espanhóis elaborados na região de Penedès que são produzidos através do método tradicional, com segunda fermentação em garrafa)

Confira a avaliação:

Cava Real de Aragón Brut


Tipo:
Espumante.
Produtor: Bodegas Langa.
Origem: Calatayud, Penedès, Espanha.
Visual: Cor amarelo palha. Perlage fino e intenso, com bolhas bem centralizadas e de boa durabilidade.
Olfato: Frutas brancas, como melão e maçã, um leve toque floral, notas de levedura e de bolo de frutas.
Paladar: Envolvente, mostra acidez agradável, boa cremosidade e sensação de “agulha” bem presente. O sabor retrata sensações semelhantes às encontradas no nariz. Boa persistência.
Outras considerações: Elaborado com as variedades Chardonnay e Macabeo, este espumante maturou dez meses em contato com suas leveduras e passou mais três anos descansando nas caves da bodega. Tem 11,5% de álcool.

Classificação: Muito Bom/Excelente.

Cava Real de Aragón Brut Rosé


Tipo: Espumante.
Produtor: Bodegas Langa.
Origem: Calatayud, Penedès, Espanha.
Visual: Intensa coloração cereja. Borbulhas intensas e de boa persistência.
Olfato: Apresenta notas de frutas silvestres frescas, como morango e framboesa, além de toques de flores secas e de panificação.
Paladar: Tem corpo médio, acidez correta e boa sensação de frescor. As frutas predominam o sabor, de forma elegante, mas também aparecem as outras características percebidas no aroma.
Outras considerações: Este é produzido apenas com a uva Garnacha e estagiou nove meses em contato com as suas leveduras. O envelhecimento nas caves foi de três anos. Sua graduação alcoólica é de 12%.

Classificação: Muito Bom.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Cava Codorníu Clasico Brut


Tipo: Espumante.
Produtor: Codorníu.
Origem: Penedès, Espanha.
Visual: Cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Bolhas finas e duradouras.
Olfato: Frutas secas, maçã verde e um leve toque cítrico.
Paladar: Mostra cremosidade e um caráter seco, com boa cremosidade e acidez. É uma bebida envolvente e refrescante, que traz de volta à boca as sensações sentidas no nariz junto com discretas notas tostadas.
Outras considerações: Elaborado com 40% de Xarel.lo; 40% de Macabeo e 20% de Parellada, tem no mínimo nove meses de maturação na bodega. Como todo Cava, sua segunda fermentação é realizada na garrafa. A graduação alcoólica é de 11,5%.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Preço: R$ 59  (No Recife, no Empório 4 Elementos).

Barcelona comemora conquista da Champions League com espumante espanhol


No último sábado, milhares de espectadores ficaram ligados na decisão do mais importante campeonato europeu de futebol: o Champions League. Na partida, a qual o Barcelona bateu o Juventus por 3x1, a comemoração foi bem típica. Ao invés de champagne, os espanhóis abriram um cava, espumante produzido na região demarcada de Penedès.

Acredito que muita gente tentou descobrir a marca da bebida, já que as cenas da televisão foram rápidas e não deixaram a imagem muito clara. Porém, as fotos mostram bem que o espumante apreciado por Gerard Piqué foi um tradicionalíssimo Segura Viudas, elaborado pelo grupo espanhol Freixenet.


A versão aberta em campo após a partida foi a Brut Reserva. Feito com uvas 50% Macabeo, 35% Parellada e 15% Xarel·lo, esse espumante fica em contato com suas leveduras por três meses antes de ser engarrafado e mais 15 meses em garrafa. Assim como todo cava, é produzido através do método champenoise.

Suas características são de frutas brancas, tropicais e cítricas.

No Brasil, a garrafa de 750ml custa cerca de R$ 70.

(Fotos: Getty Images)

terça-feira, 2 de junho de 2015

Gran Sangre de Toro Reserva 2010


Tipo: Tinto.
Produtor: Miguel Torres.
Origem: Catalunha, Espanha.
Visual: Cor rubi violácea de média intensidade.
Olfato: Aromas agradáveis de ameixa, goiaba, canela, chocolate e mentol.
Paladar: Equilibrado, de taninos aveludados. Um vinho fácil de apreciar, que repete na boca as sensações do nariz. Final persistente.
Outras considerações: Esta versão reserva do tradicional Sangre de Toro teve amadurecimento de 12 meses em carvalho. É elaborado com as uvas Garnacha (60%), Cariñena (25%) e Syrah (15%) e tem 14% de álcool.

Classificação: Excelente.
Média de Preço: R$ 45 a 50

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Bodegas centenárias da Rioja realizam festival de degustação


O Barrio de la Estación, localizado na cidade de Haro, na região espanhola da Rioja, é o lugar com a maior concentração de bodegas centenárias do mundo. Este paraíso, construído na segunda metade do século XIX, fica próximo a um terminal de trens que levava os vinhos espanhóis para a França, na época em que os vinhedos franceses foram destruídos pela praga da Filoxera. 

No próximo mês de setembro, o local será palco de um grande evento, batizado de Degustação do Barrio de la Estación (La Cata del Barrio de la Estación).


Estarão envolvidas na iniciativa sete vinícolas da região: Bodegas Bilbaínas, Gómez Cruzado, La Rioja Alta S.A., López de Heredia (Viña Tondonia), Muga, Roda e CVNE – todas referências de qualidade em termos de vinhos.

Serão dois dias de evento. No dia 18, a mostra será voltada para o público profissional. Já no dia 19, o público em geral poderá participar das degustações.

A ferrovia é o ponto de partida do ato. Segundo a organização, ela estará "vestida com elementos do século XIX", proporcionando aos visitantes uma verdadeira viagem pela história do local e das vinícolas.


No primeiro dia, haverá um seminário e "degustação histórica" com o crítico de vinhos e Master of Wine, Tim Atkin. No segundo dia, os consumidores finais vão poder provar os vinhos das bodegas acompanhadas de "tapas" elaboradas com produtos riojanos.

Vendas de entradas e mais informações: www.lacatadelbarriodelaestacion.com