Com este post, aproveito e "mato dois coelhos com uma só cajadada". Explico. Este mês, o tema da nossa Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE), proposto pelo confrade Déco Rossi (Blog EnoDeco), foi de um vinho Riesling abaixo de R$ 100. Apesar da uva não ter parentesco com a Riesling (a única ligação é a semelhança dos nomes), escolhi para postar um vinho da uva Riesling Itálico (tem problema, Déco?). Trata-se de uma variedade pouco conhecida lá fora, mas muito utilizada no Brasil, principalmente para os espumantes. O vinho abaixo foi eleito um dos 16 mais representativos do Brasil na safra de 2017 e comentado por mim durante a 25ª Avaliação de Vinhos do Brasil (foto). Portanto, é uma satisfação falar dele por aqui.
Vamos à descrição:
Origem: Bento Gonçalves, Serra Gaúcha, Brasil.
Produtor: Cooperativa Vinícola Aurora.
Cor: Amarelo palha com reflexos esverdeados
Olfato: Cítrico, com notas florais, de pera e um leve toque de baunilha.
Paladar: Leve e agradável. Tem boa acidez, o que lhe confere frescor, além de um final prolongado. O sabor traz de volta as frutas cítricas e a baunilha, completando um conjunto muito saboroso, com final de médio a prolongado.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Riesling Itálico, é uma boa pedida para tomar como sozinho ou acompanhando pratos leves e pescados.
Média de preço: $$ (R$ 30 a R$60)
Classificação: ⒷⒺⓈⓉ ⒷⓊⓎ - (Boa Compra)
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Salentein Portillo Pinot Noir 2015
A sugestão do tema de setembro da Confraria Brasileira de Enoblogs foi de uma boa opção de vinhos para se tomar na época de primavera. Escolhi um Pinot Noir do Novo Mundo, que normalmente são frutas, leves e fáceis de tomar, tal qual esse aí:
Origem: Vale do Uco (Mendoza, Argentina).
Produtor: Salentein.
Cor: Coloração clara, de cor rubi com tons violeta.
Olfato: Aromático, com notas de cereja, morango e canela.
Paladar: Leve, equilibrado e agradável, lembrando também frutas vermelhas. Final saboroso.
Outras considerações: Feito 100% com uvas Pinot Noir, sem maturação em madeira. A graduação alcoólica de 14% reflete o clima do local. Mas mesmo assim consegue manter leveza e ser um bom vinho para ser apreciado um pouco mais resfriado.
Média de preço: $$$ (R$ 60 a 100) – No Empório Tia Dulce
Classificação: ★★★☆ (Bom/Muito Bom)
Origem: Vale do Uco (Mendoza, Argentina).
Produtor: Salentein.
Cor: Coloração clara, de cor rubi com tons violeta.
Olfato: Aromático, com notas de cereja, morango e canela.
Paladar: Leve, equilibrado e agradável, lembrando também frutas vermelhas. Final saboroso.
Outras considerações: Feito 100% com uvas Pinot Noir, sem maturação em madeira. A graduação alcoólica de 14% reflete o clima do local. Mas mesmo assim consegue manter leveza e ser um bom vinho para ser apreciado um pouco mais resfriado.
Média de preço: $$$ (R$ 60 a 100) – No Empório Tia Dulce
Classificação: ★★★☆ (Bom/Muito Bom)
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Vinho do Poeta Tinto 2012 (#CBE)
Agosto chegou e eu trago mais um vinho comentado a pedido da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE). A sugestão deste mês veio do confrade Gil Mesquita (Vinho para Todos), que fez a seguinte pedida: "um tinto do Douro, de qualquer faixa de preço". Gostei bastante da minha escolha. Confiram abaixo a avaliação.
Origem: Douro, Portugal.
Produtor: Quinta Maria Izabel.
Cor: Violeta profundo.
Olfato: frutas negras, noz moscada, canela, café com leite e discreto apimentado
Paladar: médio corpo, taninos macios, boa acidez e final de média persistência.
Outras considerações: Um vinho com leve toque rústico, mas com ótima evolução. Confesso que me surpreendeu. De acordo com o produtor, é feito com castas tradicionais portuguesas, porém ele não identifica quais. Estagiou em carvalho francês por nove meses. O enólogo é o eterno Douro Boy Dirk Niepoort.
Média de preço: R$ 59. Importado pela Ridouro.
Classificação: Boa compra.
Origem: Douro, Portugal.
Produtor: Quinta Maria Izabel.
Cor: Violeta profundo.
Olfato: frutas negras, noz moscada, canela, café com leite e discreto apimentado
Paladar: médio corpo, taninos macios, boa acidez e final de média persistência.
Outras considerações: Um vinho com leve toque rústico, mas com ótima evolução. Confesso que me surpreendeu. De acordo com o produtor, é feito com castas tradicionais portuguesas, porém ele não identifica quais. Estagiou em carvalho francês por nove meses. O enólogo é o eterno Douro Boy Dirk Niepoort.
Média de preço: R$ 59. Importado pela Ridouro.
Classificação: Boa compra.
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terça-feira, 4 de julho de 2017
Aurora Varietal Pinot Noir 2016 (#CBE)
O tema de julho da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE) foi proposto pelos confrades Maykel e Anna, do blog Vinho por 2. Eles sugeriram para o grupo que comentássemos sobre vinhos bacanas que encontramos nas gôndolas dos supermercados, podendo ser de qualquer tipo e faixa de preço.
Para mim, a sugestão deles foi bem divertida de cumprir, pois adoro vasculhar as prateleiras em busca de um "best buy". E falando em boa compra, a minha escolha se enquadra exatamente nessa categoria! Confira:
Origem: Serra Gaúcha, Brasil
Cor: Rubi brilhante e pouco profundo
Olfato: Fresco e agradável, com notas de morango, cereja e canela.
Paladar: Leve, bem equilibrado e de boa persistência. O sabor ressalta as características frutadas.
Outras considerações: Elaborado com uvas Pinot Noir pela Vinícola Aurora, é um vinho simples porém bem feito. Uma boa pedida para o dia a dia, acompanhando refeições mais leves.
Faixa de preço: R$ 30 (Carrefour)
Classificação: Boa Compra
Para mim, a sugestão deles foi bem divertida de cumprir, pois adoro vasculhar as prateleiras em busca de um "best buy". E falando em boa compra, a minha escolha se enquadra exatamente nessa categoria! Confira:
Origem: Serra Gaúcha, Brasil
Cor: Rubi brilhante e pouco profundo
Olfato: Fresco e agradável, com notas de morango, cereja e canela.
Paladar: Leve, bem equilibrado e de boa persistência. O sabor ressalta as características frutadas.
Outras considerações: Elaborado com uvas Pinot Noir pela Vinícola Aurora, é um vinho simples porém bem feito. Uma boa pedida para o dia a dia, acompanhando refeições mais leves.
Faixa de preço: R$ 30 (Carrefour)
Classificação: Boa Compra
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quarta-feira, 3 de maio de 2017
Famille Bougrier Vouvray Vieilles Vignes Grande Réserve 2015 #CBE
Embora atrasado, aqui está o vinho que escolhi para o post
sugerido pelo confrade Silvestre Tavares Gonçalves (Blog Vivendo a Vida) para o
tema de abril da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE). A pedida dele foi a
seguinte: "um vinho branco do Vale do Loire de até R$ 100". Aproveitei
que estou nos Estados Unidos, onde temos uma excelente oferta de vinhos a
preços infinitamente mais acessíveis que o Brasil, para garimpar a minha
escolha. Confira:
Tipo: Branco.
Produtor: Famille Bougrier.
Origem: Vale do Loire, França.
Características: De cor amarelo palha com reflexos dourados,
o vinho traz aromas doces de damasco, pêssego e mel. Paladar untuoso, bem
adocicado e uma leve ponta de acidez. O sabor repete as consumi acompanhando
gorgonzola e presunto de Parma e o vinho “cresceu” consideravelmente. Feito
100% com uvas Chenin Blanc de vinhas
velhas.
Classificação: Muito Bom [Comprado nos EUA por 15 dólares, na Total Wine. Pesquisei e não encontrei à venda no Brasil].
Classificação: Muito Bom [Comprado nos EUA por 15 dólares, na Total Wine. Pesquisei e não encontrei à venda no Brasil].
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Drinks com o Cava Freixenet Ice (CBE#)
Aproveitando o tema de fevereiro da Confraria Brasileira de
Enoblogs (CBE), sugerido pelo confrade Alexandre Frias (Blog Diário de Baco),
aproveitei a ocasião do lançamento do cava Freixenet Ice (saiba mais) para inventar algumas
misturas em casa. A pedida foi a seguinte: “drinks de verão com vinho e
espumante”
Confesso que sou purista e me recuso acrescentar outra
bebida alcoólica ao vinho. Então segui a proposta da Freixenet de acrescentar
pedras de gelo no cava e usei apenas frutas e elementos naturais nas minhas
preparações. Gostei de todas as opções, mas vou numerar, por ordem de
preferência, as que mais gostei. Lembrando que em todas elas usei três pedras
de gelo e meia taça grande com o espumante.
1 – Freixenet Ice com lichia: Usei a popa de três ou quatro
lichias partidas em pedaços e misturei à bebida. O sabor da fruta integrou-se
muito bem ao do espumante, formando um drink muito fresco e “mastigável”, já
que no final você pode apreciar o sabor da lichia embebida no cava.
2 – Freixenet Ice com morango: Parti três ou quatro
morangos em rodelas. O aroma e o sabor da fruta predominam, compondo um drink bem
saboroso e fresco, igualmente “mastigável”.
3 – Freixenet Ice com hortelã e gengibre: Juntei algumas
folhas de hortelã a pequenos pedaços de gengibre macerados e acrescentei à
bebida. O resultado foi um imenso frescor, com um sabor levemente exótico.
Espero que tenham curtido. Eu adorei e vou repetir a dose!
Aqui no Recife, o cava Freixenet Ice custa entre R$ 70 e R$ 80. A importação é da Licínio Dias (LD) Importação.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Vinakoper Refošk 2015 (#CBE)
O primeiro post de 2017 chega com um tema bem interessante
proposto pelo confrade Victor Beltrami (Balaio do Victor) para a nossa
Confraria Brasileira de Enoblogs - onde comentamos a cada início de mês um
vinho seguindo as características propostas por um dos participantes do grupo.
Para o primeiro post do ano, ele sugeriu o seguinte: “um vinho de um país que
nunca provamos, branco ou tinto, e se possível propormos uma harmonização”.
Como o mês de dezembro foi muito corrido, resolvi buscar um
vinho que havia provado em 2016 e não tinha comentado ainda no blog. Este
exemplar foi um dos que mais me surpreenderam numa degustação de vinhos da
Eslovênia, promovida no Recife pelo consulado daquele país. Confira:
Tipo: Tinto.
Produtor: Vinakoper.
Origem: Ístria Eslovena, Eslovênia.
Características: Este vinho é elaborado 100% com a variedade
Refosco, muito conhecida na Itália, mas como ressaltou o importador Mihael
Margon, é originária da Eslovênia, onde tem Denominação de Origem Protegida. A bebida ficou em contato por 14 dias com as
suas cascas e maturou parcialmente em grandes tonéis de madeira e em tanques de
aço inox. Segundo Margon, é um vinho para ser consumido até dois anos após a
sua produção. Uma de suas características é a acidez elevada.
De cor rubi profunda com tons violáceos, o vinho mostrou no
aroma interessantes aromas de frutas negras, café, caramelo e bala de morango. Na
boca surgem taninos macios e acidez bem presente. O corpo é médio e os sabores
ressaltam especiarias e trazem novamente as frutas negras. Final de médio a prolongado.
O teor alcoólico é moderado (12,5%). Vai bem com pratos gordurosos e carnes grelhadas.
Classificação: Muito Bom/Excelente (Importado pela Lonmar – lonmarkoper@yahoo.com).
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Planalto Reserva Douro DOC 2015 (#CBE)
No primeiro dia do mês, como de costume, eu sempre trago aqui
o tema da Confraria Brasileira de Enoblogs (#CBE). Desta vez, a pedida foi do
confrade Felipe Silva (Blog BebadoVinho), que chegou com uma ótima proposta
para esta época de festas. Ele sugeriu o seguinte tema:
"Como no fim do ano o pessoal gosta de saborear um
bacalhau (eu me incluo), e como geralmente a noite de natal é uma noite quente,
que tal um vinho branco português para acompanhar? De preferência feito com a
uva Arinto (varietal ou com ela na composição). Mas caso não encontre, qualquer
branco português está valendo".
Eu não escolhi um 100% Arinto, mas um vinho que tem essa uva
na composição, junto com outras variedades. Ele foi provado recentemente no
evento Wine Day Casa dos Frios, no Recife, com o pessoal da importadora Zahil.
É um vinho que eu já conheço e acho simplesmente incrível e que, com certeza,
cai muito bem com um bom bacalhau. Confira a avaliação:
Tipo: Branco.
Produtor: Casa Ferreirinha.
Origem: Douro, Portugal.
Características: Elaborado com as castas Viosinho, Malvasia
Fina, Gouveio, Códega, Arinto, Rabigato
e Moscatel, exibe na taça uma coloração
amarelo palha com leves traços esverdeados. Possui uma fineza aromática
impressionante, trazendo notas cítricas, de frutas brancas e florais. Presença
marcante na boca, com sua ótima acidez, bom corpo e sabor que remete novamente
ao caráter cítrico e frutado, com uma ponta de mineralidade. Final longo e
duradouro. O vinho não tem passagem por madeira e sua graduação alcoólica é de
13%.
Classificação: Excelente (Importado pela Zahil. No Recife, à venda na Casa dos Frios)
Média de preço: R$ 120
Média de preço: R$ 120
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Salton Intenso Merlot Tannat 2014 (#CBE)
Novembro chegou trazendo novidades. Agora, tenho a nobre
tarefa de coordenar os trabalhos da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE),
missão que me foi passada pelo amigo e confrade Gil Mesquita, do blog Vinho
Para Todos. Como tudo foi para mim meio que uma surpresa, achei por bem eu
mesma indicar o tema de novembro, para que a partir dos próximos meses possamos
seguir normalmente o nosso rodízio, com cada confrade sugerindo um tema por
mês.
E a minha pedida foi bem singela, mas ao mesmo tempo
desafiadora. Encontrar um vinho legal de até R$ 40 nas promoções da vida e
compartilhar aqui com a gente.
Segue o vinho que escolhi:
Já havia provado a safra de 2011 desse vinho e tinha
adorado. Voltei a prová-lo numa oportunidade mais que especial: para indicar o
tema da CBE! Quando o avistei na prateleira do supermercado com a plaquinha de
preço estampando R$ 25,90, meus olhos brilharam (o seu preço normal é por volta
de R$ 40). Peguei as três garrafas que
restavam e trouxe pra casa.
Confira os detalhes:
Tipo: Tinto.
Produtor: Salton
Origem: Serra Gaúcha (Merlot) e Campanha Gaúcha (Tannat), Brasil.
Características: As uvas das variedades Merlot e Tannat
foram vinificadas em separado. Após o blend, o vinho estagiou seis meses em
barricas de carvalho francês e americano. Sua coloração mostra-se rubi de intensidade
média a profunda. O nariz exala notas de alcaçuz, especiarias e ameixa madura. Paladar
de médio a encorpado, frutado presente, bom equilíbrio entre taninos e acidez,
além da presença de madeira de forma bem integrada ao conjunto.
Classificação: Boa compra.
Média de preço: R$ 40 (comprado por R$ 25,90 no Walmart)
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terça-feira, 4 de outubro de 2016
BIS Rosé 2015 (#CBE)
E cá estou mais uma vez aqui com o tema mensal da
Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE). Este mês de outubro, a escolha foi do confrade Alexandre
Takei (Blog Notas Etílicas), que indicou uma deliciosa escolha para comentarmos: um rosé
do Velho Mundo.
A minha opção foi por este rosé portuga, provado
recentemente durante a feira de vinhos Variedade. Confira a avaliação.
Tipo: Rosé
Produtor: Encostas de Estremoz.
Origem: Alentejo, Portugal
Características: De coloração salmão, este rosé é elaborado
com as uvas tintas Aragonês (50%) e Touriga Nacional (50%) através do método de
bica aberta (onde as partes sólidas das uvas são separadas do mosto antes de se
iniciar a fermentação). Apresenta um aroma delicado que tende para notas
florais, de frutas vermelhas silvestres (principalmente morango) e de pêssego.
Na boca, apresenta corpo de leve a médio e uma boa acidez, que o tornam um
vinho fresco e bastante agradável. O sabor assemelha-se às sensações do nariz,
dando um tom descontraído e ao mesmo tempo saboroso ao paladar.
Classificação: Bom/Muito Bom
Média de preço: R$ 58 (No Recife, na Dom Vinho – R. Januário
Barbosa, 67, Madalena)
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Trabun Syrah 2009 (CBE#)
Setembro chegou e com ele mais um vinho da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE) provado. O tema do mês foi sugerido pelo confrade Evandro Vanti (Blog Vinhos que Provo). Sua pedida foi “um Syrah/Shiraz do novo mundo, sem limite de preço”.
O vinho escolhido por mim é de um produtor que integra o Movimento dos Vinhateiros Independentes do Chile (MOVI): o Trabun. Quem está à frente do projeto é o enólogo Sergio Avendaño Rojas. Apaixonado por música, ele atua como baterista quando não está em meio às videiras e aos vinhos. Este Syrah já alcançou altas pontuações nas avaliações internacionais, como 94 pontos na The Wine Advocate de Robert Parker, na safra 2009. Mas isso não vem ao caso. O que importa é que o vinho é realmente bom! Confira minha avaliação a seguir.
Tipo: Tinto
Produtor: Trabun.
Origem: Vale de Cachapoal, Chile.
Características: De cor rubi intensa e profunda, o vinho mostrou-se bem aromático, ressaltando notas de frutas vermelhas e negras maduras, florais, de especiarias e fumo. Paladar encorpado, com ótimo equilíbrio entre taninos e acidez. Macio, envolvente e de final prolongado, traz no sabor características semelhantes às sentidas no nariz. Tem 14% de álcool.
Classificação: Excelente.
Média de preço: No Chile, 12 mil pesos (cerca de R$ 57). No Brasil, por volta de R$ 220 (importado pela La Charbonnade).
O vinho escolhido por mim é de um produtor que integra o Movimento dos Vinhateiros Independentes do Chile (MOVI): o Trabun. Quem está à frente do projeto é o enólogo Sergio Avendaño Rojas. Apaixonado por música, ele atua como baterista quando não está em meio às videiras e aos vinhos. Este Syrah já alcançou altas pontuações nas avaliações internacionais, como 94 pontos na The Wine Advocate de Robert Parker, na safra 2009. Mas isso não vem ao caso. O que importa é que o vinho é realmente bom! Confira minha avaliação a seguir.
Tipo: Tinto
Produtor: Trabun.
Origem: Vale de Cachapoal, Chile.
Características: De cor rubi intensa e profunda, o vinho mostrou-se bem aromático, ressaltando notas de frutas vermelhas e negras maduras, florais, de especiarias e fumo. Paladar encorpado, com ótimo equilíbrio entre taninos e acidez. Macio, envolvente e de final prolongado, traz no sabor características semelhantes às sentidas no nariz. Tem 14% de álcool.
Classificação: Excelente.
Média de preço: No Chile, 12 mil pesos (cerca de R$ 57). No Brasil, por volta de R$ 220 (importado pela La Charbonnade).
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Guatambu Brut Rosé (#CBE)
Agosto chegou e com ele mais um comentário para a Confraria
Brasileira de Enoblogs (CBE). Este mês, a sugestão veio do confrade carioca Marcello
Galvão, do blog Agenda de Vinhos. A sua pedida foi a seguinte: "Espumante
Brut Rosé do novo mundo elaborado pelo método tradicional. Sem faixa de preço".
Excelente pedida e uma boa oportunidade para comentar sobre
um espumante que eu já tinha provado há algum tempo, mas ainda não havia
comentado sobre ele por aqui. Então a hora é essa!
Tipo: Espumante.
Produtor: Guatambu.
Origem: Dom Pedrito (Campanha Gaúcha), Brasil.
Características: Este é o primeiro espumante brasileiro produzido com o corte das uvas Gewürztraminer e Pinot Noir. É elaborado pelo método tradicional, com segunda fermentação em garrafa, onde ficou 12 meses em contato com suas leveduras. Tem uma coloração clara, tipo casca de cebola, e uma boa concentração de gás carbônico, exibindo borbulhas finas e duradouras, além de uma bonita coroa de espuma. No olfato traz agradáveis aromas florais, de frutas vermelhas silvestres e um leve toque mineral. Na boca mostra-se leve, delicado, com boa cremosidade e frescor. O sabor confirma as impressões do nariz. Tem 12,5% de álcool.
Origem: Dom Pedrito (Campanha Gaúcha), Brasil.
Características: Este é o primeiro espumante brasileiro produzido com o corte das uvas Gewürztraminer e Pinot Noir. É elaborado pelo método tradicional, com segunda fermentação em garrafa, onde ficou 12 meses em contato com suas leveduras. Tem uma coloração clara, tipo casca de cebola, e uma boa concentração de gás carbônico, exibindo borbulhas finas e duradouras, além de uma bonita coroa de espuma. No olfato traz agradáveis aromas florais, de frutas vermelhas silvestres e um leve toque mineral. Na boca mostra-se leve, delicado, com boa cremosidade e frescor. O sabor confirma as impressões do nariz. Tem 12,5% de álcool.
Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 60 [vinhosevinhos.com]
terça-feira, 5 de julho de 2016
Orme Primitivo 2013 (#CBE)
O mês começa e a tradição de escrever para a Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE) é mantida. O tema de julho, bem oportuno, diga-se de passagem, foi indicado pelo confrade Luiz Cola (Blog Vinhos e Mais Vinhos), que sugeriu um tinto encorpado de inverno, com valor de até R$ 100. A minha escolha veio lá da Puglia, sul da Itália (região conhecida como o "salto da bota", numa referência ao formato do mapa daquele país, que se assemelha a uma bota). Portanto, um vinho de uma uva que costuma produzir produz tintos intensos e concentrados. Confira:
Tipo: Tinto.
Produtor: Massimo Leone.
Origem: Puglia, Itália.
Visual: Cor rubi de média profundidade.
Olfato: Exibe agradáveis notas de canela, frutas vermelhas maduras, como morango, além de um toque de pimenta do reino.
Paladar: Um vinho de médio corpo, com taninos macios e excelente acidez. Sua persistência é de média a prolongada e o sabor reflete as características do olfato, trazendo ainda notas de café.
Outras considerações: Um tinto intenso, porém equilibrado, elaborado com uma das principais uvas tintas do sul da Itália, a Primitivo. Tem 14% de álcool.
Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 80 a R$ 90 (Trazido ao Brasil pela Importadora Trinacria)
Tipo: Tinto.
Produtor: Massimo Leone.
Origem: Puglia, Itália.
Visual: Cor rubi de média profundidade.
Olfato: Exibe agradáveis notas de canela, frutas vermelhas maduras, como morango, além de um toque de pimenta do reino.
Paladar: Um vinho de médio corpo, com taninos macios e excelente acidez. Sua persistência é de média a prolongada e o sabor reflete as características do olfato, trazendo ainda notas de café.
Outras considerações: Um tinto intenso, porém equilibrado, elaborado com uma das principais uvas tintas do sul da Itália, a Primitivo. Tem 14% de álcool.
Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 80 a R$ 90 (Trazido ao Brasil pela Importadora Trinacria)
domingo, 1 de maio de 2016
Vinha da Defesa Rosé 2014 (#CBE)
O mês de maio chegou e com ele mais um post da Confraria
Brasileira de Enoblogs (CBE). Desta vez, a sugestão de tema veio da Dama do
Vinho, Alessandra Esteves. A sua pedida foi a seguinte: "Vinho rosé, de
qualquer país, uva ou faixa de preço... mas, acompanhado de uma sugestão de
harmonização (de preferência com foto), para mostrar a versatilidade desses
vinhos". Faltou a foto, mas posso afirmar que o vinho que escolhi fica
perfeito com um camarão na manteiga. Confira a avaliação:
Tipo: Rosé.
Produtor: Herdade do Esporão.
Origem: Alentejo, Portugal
Visual: Cor cereja brilhante.
Olfato: Fresco e frutado, com notas de cereja e framboesa.
Paladar: Seco e de boa acidez. O sabor mostra o mesmo
frutado do olfato, porém de forma discreta e elegante. Final de médio a
prolongado.
Outras considerações: Elaborado com uvas Aragonês e Syrah,
tem 13,5% de álcool. Um rosé fresco e intenso. Uma excelente pedida para ser
consumido como aperitivo ou acompanhar frutos do mar, saladas e pratos leves.
Classificação: Muito
Bom/Excelente
Média de preço: R$ 80 [trazido para o Brasil pela Licínio
Dias (LD) Importação e Qualimpor]
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Casa Perini Tannat 2002 (#CBE)
Basta o mês começar para ter post da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE) aqui no blog. Neste mês de abril, o tema da nossa degustação foi sugerido pelo confrade Gustavo Kauffman, do blog Enoleigos. Sua pedida foi a seguinte: "Vinho Sul-Americano com 10 anos de vida ou mais. Vamos ver como nossos vinhos, e de nossos hermanos, tem amadurecido!".
Adorei a ideia! Mas como não tinha nenhum vinho sul-americano com essa idade na adega, resolvi resgatar as anotações sobre um que tomei há um tempo e ainda não havia comentado por aqui.
Segue a minha escolha:
Tipo: Tinto.
Produtor: Casa Perini.
Origem: Vale Trentino, Serra Gaúcha, Brasil
Visual: Cor granada profunda.
Olfato: Frutas em compota, mentol, couro e tabaco.
Paladar: Encorpado e seco, com taninos presentes. O sabor segue a mesma linha do olfato. Final prolongado e madeira integrada.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Tannat, este vinho evoluiu muito bem na garrafa. Quem ainda tiver dele, já está no tempo de tomar. Forma um par perfeito com carnes vermelhas. Para quem gosta do estilo, é uma boa pedida!
Classificação: Bom.
Média de preço: A safra 2002 não está mais no mercado. As garrafas de safras mais recentes custam por volta de R$ 35. Vale a pena comprar e guardar para sentir a sua evolução.
Adorei a ideia! Mas como não tinha nenhum vinho sul-americano com essa idade na adega, resolvi resgatar as anotações sobre um que tomei há um tempo e ainda não havia comentado por aqui.
Segue a minha escolha:
Tipo: Tinto.
Produtor: Casa Perini.
Origem: Vale Trentino, Serra Gaúcha, Brasil
Visual: Cor granada profunda.
Olfato: Frutas em compota, mentol, couro e tabaco.
Paladar: Encorpado e seco, com taninos presentes. O sabor segue a mesma linha do olfato. Final prolongado e madeira integrada.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Tannat, este vinho evoluiu muito bem na garrafa. Quem ainda tiver dele, já está no tempo de tomar. Forma um par perfeito com carnes vermelhas. Para quem gosta do estilo, é uma boa pedida!
Classificação: Bom.
Média de preço: A safra 2002 não está mais no mercado. As garrafas de safras mais recentes custam por volta de R$ 35. Vale a pena comprar e guardar para sentir a sua evolução.
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quinta-feira, 3 de março de 2016
Juan Carrau Tannat de Reserva 2010 (#CBE)
"Tannat do Uruguai, sem limite de preço". Este foi o tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBA) sugerido pelos colegas Maykel e Anna, do Blog Vinho por 2. Gostei bastante da ideia, pois fazia tempo que não degustava um Tannat uruguaio. Então, foi a chance de abrir esta garrafa que tinha já guardada há algum tempo em casa.
Tipo: Tinto.
Produtor: Bodegas Carrau.
Origem: Las Violetas/Cerro Chapeu, Uruguai.
Visual: Cor rubi de média profundidade com traços granada.
Olfato: De média intensidade, com notas de alcaçuz, ameixa baunilha, fumo, ervas secas e um toque tostado.
Paladar: Médio corpo, bem adstringente e de final entre médio e prolongado. As mesmas sensações do nariz reaparecem no sabor.
Outras considerações: Já havia provado este vinho, porém o da safra de 2007. Achei este bastante sério, fechado. Elaborado 100% com uvas Tannat, o vinho maturou durante 18 meses em barricas francesas e americanas. Tem 14% de álcool e é uma boa companhia para carnes vermelhas.
Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 115 [Importado pela Zahil] (comprei por menos de R$ 50 há poucos anos, no Uruguai)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Bom, bonito e barato: Salton Paradoxo Chardonnay 2013 (#CBE)
Começo de mês, como de costume, tem vinho da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE). O tema de fevereiro ficou por conta do confrade Tiago Bulla (Blog Universo dos Vinhos), que sugeriu o seguinte: “um belo Chardonnay, sem passagem por madeira, de qualquer país e preço". Eu terminei não reparando bem e escolhi um vinho com passagem por madeira. Mesmo assim, acho que valeu a intenção! Segue a minha avaliação:
Tipo: Branco.
Produtor: Salton.
Origem: Campanha Gaúcha, Brasil.
Visual: Cor amarelo palha com tons dourados.
Olfato: Boa intensidade aromática. Mostra notas de abacaxi em compota, frutas brancas, leve tostado e um toque de chocolate branco.
Paladar: Fresco e de boa acidez, com uma discreta untuosidade. Madeira em equilíbrio com o frutado.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Chardonnay, o vinho fermentou parcialmente em barricas de carvalho, onde permanece em contato por seis meses com as leveduras. Tem 13,5% de álcool.
Classificação: Boa compra.
Média de preço: R$ 30 (No Recife, na DLP Distribuidora)
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Miolo Cuvée Tradition Brut 2013 (#CBE)
Aqui estamos com uma sugestão do colega Gil Mesquita (Blog Vinho para Todos), que agora está à frente da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE). Este mês, ele nos trouxe um tema extra, onde propõe que os participantes comentem sobre um "espumante de boa relação qualidade x preço, para brindar a chegada de 2016 com muitas garrafas". Para atender esse segundo requisito (muitas garrafas), eu proporia o espumante Rio Sol ou ainda o Terranova, ambos feitos no Vale do São Francisco, que custam na faixa de R$ 25 a 30. Porém, quem quiser (e puder) investir um pouco mais, uma boa pedida é o exemplar a seguir, que vale o quanto custa:
Tipo: Espumante.
Produtor: Miolo.
Origem: Vale dos Vinhedos (RS), Brasil.
Visual: Cor amarelo palha com traços esverdeados, apresenta
coroa de espuma duradoura, bolhas finas e persistentes.
Olfato: Frutado, com notas de melão, lichia, abacaxi, além
de toques provenientes da fermentação, como fermento e pão tostado.
Paladar: Cremoso, de boa acidez e final prolongado. O sabor
repete as sensações do nariz.
Outras considerações: Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot
Noir, este espumante brasileiro safrado permaneceu em contato com as leveduras
durante 12 meses. É elaborado através do método tradicional, com segunda
fermentação na garrafa.
Classificação: Muito Bom/Excelente
Média de preço: R$ 40 a 50 (comprei no Recife, na promoção, por R$ 34,90 no RM Express)
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Vega Sicilia Pintia 2009 (#CBE)
Já havia tomado este vinho há alguns meses, mas só agora resolvi comentar sobre ele aqui, por ocasião do tema da Confraria Brasileira de Enoblogs (CBE). Este mês, a sugestão foi de Ju Gonçalves (Blog Vou de Vinho), que fez a seguinte pedida: "Um vinho feito de uva Tempranillo, de qualquer lugar e qualquer preço".
Então acho que essa é um a boa hora falar sobre este belo tinto da região espanhola de Toro, elaborado pela mítica bodega Veja Sicilia, que provei na casa de amigos.
Confira a avaliação:
Elaborado 100% com a variedade Tinta de Toro (Tempranillo), maturou 12 meses em carvalho francês (70%) e americano (30%). Esta safra do Pintia teve alguns problemas com a grande quantidade de sedimentos, mas esta amostra eles não me pareceram tão abundantes, ficando num padrão aceitável para os vinhos sem filtração.
De coloração rubi bem profunda, os aromas são intensos e elegantes, trazendo notas de alcaçuz, frutas silvestres, chocolate, toques terrosos, de café e de especiarias. Paladar encorpado, porém de taninos muito macios. O sabor é de frutas vermelhas em compota, pimenta do reino, baunilha, café, tabaco e canela. Final deliciosamente persistente.
Classificação: Excelente/Excepcional.
Média de preço: 30 €. No Brasil, R$ 370 (Importadora Mistral).
Então acho que essa é um a boa hora falar sobre este belo tinto da região espanhola de Toro, elaborado pela mítica bodega Veja Sicilia, que provei na casa de amigos.
Confira a avaliação:
Elaborado 100% com a variedade Tinta de Toro (Tempranillo), maturou 12 meses em carvalho francês (70%) e americano (30%). Esta safra do Pintia teve alguns problemas com a grande quantidade de sedimentos, mas esta amostra eles não me pareceram tão abundantes, ficando num padrão aceitável para os vinhos sem filtração.
De coloração rubi bem profunda, os aromas são intensos e elegantes, trazendo notas de alcaçuz, frutas silvestres, chocolate, toques terrosos, de café e de especiarias. Paladar encorpado, porém de taninos muito macios. O sabor é de frutas vermelhas em compota, pimenta do reino, baunilha, café, tabaco e canela. Final deliciosamente persistente.
Classificação: Excelente/Excepcional.
Média de preço: 30 €. No Brasil, R$ 370 (Importadora Mistral).
sábado, 1 de agosto de 2015
Old Adam Shiraz 2009 (#CBE)
Este mês foi a minha vez de escolher o tema da Confraria
Brasileira de Enoblogs (CBE). Por gostar bastante da variedade Syrah, mas tomar
poucos varietais feito com esta variedade no dia a dia, resolvi fazer a
seguinte pedida aos confrades: “um vinho elaborado 100% com a uva Syrah/Shiraz, de
qualquer nacionalidade e faixa de preço”.
A minha escolha particular foi de um vinho Premium da vinícola
australiana Bremerton, comandada pela talentosa enóloga Rebecca Wilson. Confira
as impressões:
Tipo: Tinto.
Produtor: Bremerton.
Origem: Langhorne Creek, Austrália.
Visual: Mostra sinais de evolução na sua cor granada.
Lágrimas abundantes.
Olfato: Potente e complexo, assim como o conjunto do vinho. O
ataque inicial é bastante alcoólico. É preciso deixá-lo respirar para que os seus
variados aromas surjam de maneira clara e prazerosa. É possível identificar
frutas vermelhas em compota, floral, alcaçuz, pimenta do reino e mentol.
Paladar: Volumoso e intenso, exibe notas de café, pimenta,
couro, tabaco, especiarias, coco e chocolate. Apesar de potente, é um vinho com
taninos de qualidade, bem estruturado. Final persistente e apimentado.
Outras considerações: A fermentação de diferentes parcelas de Shiraz acontecem em cubas
abertas. Depois são postas para estagiar em carvalho americano. As mais
marcantes vão para para uma nova maturação, resultando no total de 24 meses em
barricas francesas novas antes do blend final. Tem 15%. É um vinho que vai
muito bem com carnes vermelhas, especialmente cordeiro.
Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 178 [em breve, no www.finaadega.com.br]
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