Mostrando postagens com marcador winebar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador winebar. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Kombi leva vinho e espumante em taça às ruas através do projeto Winebar On the Road


Quem acompanha o blog já deve ter se deparado com algum post sobre o WINEBAR Online, projeto no qual são realizadas transmissões promovendo degustações ao vivo através da internet e vídeos com dicas sobre vinhos. Pois bem, os criadores da ação, os publicitários Alexandre Frias e Daniel Perches resolveram incrementar a ideia e colocaram nas ruas o Winebar On the Road.

Trata-se de uma Kombi ano 69 transformada em um wine bar (ou wine ‘truck’) que serve vinhos e espumantes em taça, além de drinques feitos também com vinho e suco de uva. O veículo, especialmente adaptado para o projeto, tem pintura vibrante nas cores laranja e preto, iluminação diferenciada, champanheira gigante e taças coloridas. Neste primeiro momento, eles circulam apenas na região de Campinas (SP) e a agenda é sempre divulgada através das redes sociais.

"Escolhemos inicialmente a cidade de Campinas como piloto não só pelo fato de morarmos aqui, mas também pelas características do consumo local. O interesse por gastronomia tem crescido muito e as pessoas querem novidades. Os eventos de food truck têm feito muito sucesso e a aceitação é até maior do que esperávamos", comenta Daniel Perches.


Enquanto isso, os projetos do Winebar Online continuam a todo vapor. Segundo Alexandre Frias, o alcance dos eventos e produção de conteúdo online através do Youtube e redes sociais é indiscutível. “Conseguimos abrangência, mas com certeza a presença física de nossos ‘wine trucks’ pelo Brasil vai potencializar a experiência com o vinho", diz ele.

A carta de vinhos do Winebar on the Road não tem restrições e pelo seu tamanho reduzido, muda constantemente. "O Brasil é um dos países com a maior variedade de rótulos do mundo. Queremos que as pessoas se divirtam provando vinhos diferentes. Um tinto espanhol, um rosé francês, um espumante brasileiro. Por que não?"

A operação é recente, mas os planos são de rápida expansão. Segundo os sócios já existem conversas avançadas com várias importadoras e produtores brasileiros interessados em ações especiais.

Mais informações: http://www.winebar.com.br
Instagram - @winebar
Facebook - facebook.com/winebarontheroad
Telefone: (19) 99909-2016

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Séries by Salton Brut

Este espumante foi provado durante o último Winebar, num especial com espumantes da Salton. É um lançamento da vinícola que achei bem interessante e será vendido apenas em supermercados e lojas, como explicou o enólogo Gregório Bircke Salton. Confira as minhas impressões:


Tipo: Espumante.
Produtor: Salton.
Origem: Bento Gonçalves (RS), Brasil.
Visual: Cor amarelo palha. Borbulhas finas e intensas.
Olfato: Exótico, traz aromas de folha de limoeiro e leve floral.
Paladar:  Seco, leve e de boa acidez, envolve notas cítricas, de guaraná e lichia.  
Outras considerações: Elaborado com as variedades Ugni Blanc e Prosecco (Glera) através do método Charmat, com segunda fermentação em tanques de inox. Tem 11,5% de álcool. Harmonizou bem com um prato simples como o próprio espumante: tapioca recheada de queijo com um toque de azeite e pimenta do reino.

Classificação: Boa Compra.
Média de preço: Está classificado na linha Fresh da Salton, que tem rótulos por volta dos R$ 20. 

domingo, 4 de outubro de 2015

Salton Gerações Antonio "Nini" Salton 2011


Tipo: Tinto.
Produtor: Salton.
Origem: Serra Gaúcha (RS), Brasil.
Visual: Cor rubi de média profundidade.
Olfato: Alcaçuz, ameixa, especiarias, chocolate e um leve toque de café.
Paladar: Médio corpo, com boa acidez, taninos macios e final longo. O sabor envolve notas de noz moscada, frutas maduras e baunilha. Um vinho elegante, pronto para ser apreciado.
Outras considerações: Edição limitada em homenagem ao antepassado da família, Antonio "Nini" Salton, nascido em 1901. Elaborada com uvas Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec, a bebida amadureceu 12 meses em barricas francesas novas e mais 12 meses nas caves da Salton antes de ser lançado no mercado. Tem 13%. Além de ser um excelente vinho, a sua bonita garrafa também é um destaque.

Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 103 (www.salton.com.br/loja)

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Salton Paradoxo Pinot Noir 2014


Tipo: Tinto.
Produtor: Salton.
Origem: Campanha Gaúcha (RS), Brasil.
Visual: Cor rubi pouco profundo e brilhante.
Olfato: Alcaçuz, morangos em compota, notas terrosas e de especiarias doces.
Paladar: Leve, com boa acidez e taninos de qualidade, repete as impressões do nariz e traz ainda discretos toques de café e tabaco.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Pinot Noir, este vinho mostra bastante caráter, exprimindo boas características da variedade com a qual é feito. Parte de sua fermentação é realizada em barricas de carvalho francês de 225 litros. A maturação em barricas é de um ano. Tem 13,5% de álcool.

Classificação: Boa compra.
Média de preço: R$ 30 (www.salton.com.br/loja)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Degustando azeites com a especialista da Herdade do Esporão


Ontem à noite, participei de mais uma edição do Winebar, degustação virtual entre blogueiros transmitida através de um canal do Youtube. Desta vez, o assunto não foi vinhos, mas sim azeites. Quem esteve conosco foi a especialista Ana Carrilho (na foto, com o apresentador Daniel Perches), responsável pela elaboração dos excelentes azeites portugueses da Herdade do Esporão, importados pela Qualimpor.

Na ocasião, foram degustados três azeites, dos quais pude provar dois. Antes de falar sobre eles, gostaria de contar algumas curiosidades que aprendi durante o bate-papo. Uma delas foi que o grau de acidez não é um indicativo de qualidade do produto. O que acontece é que o azeite virgem pode ter até dois graus de acidez e permite um ligeiro defeito na prova. Defeitos podem surgir na garrafa ou no processo de produção e o mais comum deles é o ranço. Já o extra virgem deve ter, no máximo, até 0,8 graus de acidez. Este não permite nenhum defeito.

A cor, segundo Ana, também não conta na hora da avaliação, mas sim as impressões olfativas e gustativas. Para degustar um azeite, a melhor opção é colocá-lo em um copo tampado, onde ele possa ser aquecido com uma das mãos. Assim, ao destampá-lo, ele vai liberar mais aromas e mostrar melhor as suas características.

“O azeite quanto mais jovem, melhor”, explica ela, lembrando que alguns produtos resistem bem na garrafa. Quanto à conservação, a dica é deixar as garrafinhas em locais frescos e secos.



Confira as impressões sobre os dois azeites que provei:

Azeite Esporão Virgem Extra

Elaborado com as variedades de azeitona Galega, Cordovil, Verdeal e Cobrançosa, é extraído a frio. Sua cor mostra-se amarelo dourada e o agradável aroma remete a ervas e banana madura. Paladar fresco, com as mesmas impressões do nariz e uma sensação picante no final. Tem 0,3 de acidez.

Classificação: Muito Bom
Média de preço: R$ 30

Azeite Esporão Selecção

Este é produzido a partir das quatro variedades de azeitonas: Galega, Cobrançosa, Frantoio e Picual. Extraído a frio, é engarrafado sem filtração e tem 0,2 de acidez. Sua cor mostra-se amarelo dourada e no nariz traz notas de manjericão e tomate. Paladar picante, um pouco mais amargo que o anterior, porém com boa fruta e ótima persistência.

Classificação: Excelente
Média de preço: R$ 54


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

IrRosso di Casanova di Neri 2013

No último dia 18, tivemos mais um Winebar ao vivo, onde um grupo de blogueiros de vinhos reúne-se virtualmente através de uma transmissão via Youtube para provar e tecer comentários sobre diferentes rótulos. A última degustação foi com os vinhos do produtor italiano Casanova di Neri, localizado na região da Toscana. 

Desta vez não pude participar do bate-papo ao vivo, mas recebi posteriormente em casa o Irrosso 2012, e conto aqui as minhas impressões. Trata-se de um Rosso di Montalcino muito agradável e bem feito. Os vinhos desse produtor são importados pela Expand.

Confira a avaliação:

IrRosso di Casanova di Neri 2013


De cor violeta pouco profunda, este tinto apresenta no aroma leves notas florais, ameixa, coco, tabaco e especiarias. O paladar é agradável, com seu corpo médio e bom equilíbrio entre taninos e acidez. O sabor repete as características do olfato e traz ainda um toque de café. Elaborado com uvas Sangiovese e Colorino, o vinho maturou 24 meses em barricas de carvalho e envelheceu mais seis meses em garrafa. Tem bom potencial de evolução.

Classificação: Excelente.
Preço: R$ 180 (Importado pela Expand)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Mais dois bons vinhos da Viña Arboleda

Comentei aqui há alguns dias sobre o vinho ArboledaChardonnay. Recentemente, também pude provar outros dois rótulos da marca, através de uma ação promovida pelo Winebar junto com a importadora Expand. O Chardonnay para mim foi o melhor deles, mas o Pinot Noir e o Carmenère também se saíram bem na prova.

Confira as avaliações:

Arboleda Pinot Noir 2013


Tipo: Tinto.
Produtor: Viña Arboleda.
Origem: Aconcágua Costa, Chile.
Visual: Cor rubi brilhante, pouco profunda.
Olfato: Frutado e agradável, traz notas de goiaba, framboesa, baunilha, especiarias e um toque tostado, lembrando fósforo queimado.
Paladar: Corpo leve, delicado, com taninos e acidez em equilíbrio. O sabor nos faz recordar as características sentidas no aroma, junto com um toque de chocolate. Final persistente.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Pinot Noir, o vinho amadureceu durante 12 meses em barricas de carvalho francesas, das quais 25% novas. Tem 13,5% de graduação alcoólica. Fresco e elegante, é um bom exemplar de Pinot Noir do Novo Mundo.

Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 150 (Importadora Expand)

Arboleda Carmenère 2011


Tipo:
Tinto.
Produtor: Viña Arboleda.
Origem: Colchágua, Chile.
Visual: Cor violácea de média profundidade.
Olfato: Frutas negras maduras, floral, baunilha, melaço e especiarias.
Paladar: Corpo médio, apresenta taninos de boa qualidade e bom frescor. Tem sabor marcado por notas apimentadas, trazendo de volta as características do nariz e também um toque de café.
Outras considerações: Feito apenas com uvas Carmenère, parte (60%) do vinho maturou em barricas novas de carvalho americano e francês, durante 12 meses. Tem 14% de álcool.

Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 120 (Importadora Expand)

domingo, 28 de junho de 2015

Provei com sushi o vinho eleito no Japão como o melhor para acompanhar este tipo de culinária

Há alguns dias, tivemos uma degustação on-line promovida pelo Winebar. No encontro, vários blogueiros e formadores de opinião do mundo do vinho provaram e comentaram três rótulos da vinícola chilena Arboleda, numa conversa com a presença da embaixadora da marca, Maria Eugenia Chadwick. Entre os três bons vinhos provados estava este Chardonnay, eleito recentemente pelo Sakura Japan Women’s Wine Awards o melhor vinho para acompanhar sushi. Esta competição reúne os mais competentes especialistas de vinho do Japão. Este ano, 340 profissionais participaram da avaliação.


Para comprovar este título, resolvi prova-lo acompanhando sushis, sashimis e afins. Confira as minhas impressões:

Arboleda Chardonnay 2013

Tipo: Branco.
Produtor: Viña Arboleda.
Origem: Aconcágua, Chile.
Visual: Cor amarelo dourado brilhante.
Olfato: Ótima complexidade e qualidade. Envolve notas de mel, mineral, lichia, jaca, floral, folha de limoeiro e um leve toque tostado.
Paladar: Bem estruturado, mostra excelente acidez e final prolongado. O sabor reflete as mesmas sensações do nariz.
Outras considerações: Elaborado 100% com a variedade Chardonnay, o vinho foi fermentado em barricas de carvalho francês (30% novas) e maturou em contato com suas borras durante dez meses. Tem 13,5% de álcool.
A harmonização: O vinho realmente combina perfeitamente com sushi. Principalmente com as peças de salmão, por conta da sua boa untuosidade e acidez, que contrastam com a gordura do peixe. Por ser um vinho delicado e fresco, se envolve muito bem com este tipo de culinária e, surpreendentemente, foi muito bem com gengibre, um ingrediente difícil de harmonizar. Aprovado.

Classificação: Excelente.
Média de preço: R$ 120 (Importadora Expand)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

As seleções de vinhos do apresentador Galvão Bueno

Já havia tido a oportunidade de provar alguns vinhos do projeto Bella Vista Estate, sociedade entre o narrador esportivo Galvão Bueno e o grupo Miolo. Exemplares como o Bueno Cuvée Prestige Brut e o Bueno Paralelo 31 2008 me surpreenderam, mesmo sendo naquela época recém-lançados no mercado. Além dos vinhos produzidos no Brasil, hoje o projeto conta com rótulos elaborados na Itália, sob a supervisão do enólogo Roberto Cipresso.

Semana passada, voltei a provar rótulos da marca Bueno em mais uma degustação ao vivo do Winebar, prova de vinhos que une virtualmente jornalistas e enoblogueiros de todo o Brasil. Desta vez, o convidado foi o próprio Roberto Cipresso (à direita na foto), que conduziu a degustação comandada pelos colegas Daniel Perches (à esquerda na foto) e Alexandre Frias.


Confira a minha opinião sobre os rótulos degustados:

Bueno Paralelo 31 2011

Elaborado na Campanha Gaúcha, Brasil, com as variedades tintas Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, o vinho apresentou cor violácea profunda e aromas que remetem a frutas maduras, eucalipto e especiarias. O álcool ainda está aparente, mas melhora com a aeração. Paladar de boa acidez e taninos em equilíbrio. Fresco, longo e maduro. O sabor repete as sensações do nariz. Madeira integrada ao conjunto. Seu amadurecimento foi de 12 meses em barricas novas de carvalho francês e americano.

Classificação: Muito Bom.
Média de preço: R$ 89


Bueno La Valletta Sangiovese 2011

Este tinto vem da região da Toscana, na Itália, onde é elaborado 100% com a uva Sangiovese. Sua cor é rubi clara e brilhante. No nariz sentem-se notas de alcaçuz, especiarias e frutas maduras. No paladar aparecem taninos de qualidade e sabores que trazem novamente a fruta madura, além de toques de café e chocolate. Final prolongado. O vinho maturou em barricas de carvalho francês de segundo uso por 14 meses.

Classificação: Muito Bom (melhora com a guarda)
Média de preço: R$ 175

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Les Amis: vinhos amigáveis não só no nome

Ontem foi dia de Winebar, iniciativa dos enobloggers Daniel Perches (à direita na foto) e Alexandre Frias, através da qual são realizadas degustações ao vivo com a participação virtual de vários formadores de opinião brasileiros da área. Mais uma vez, tive o prazer de participar do encontro, que nesta última edição teve a participação do fundador da importadora Expand, Otávio Piva (à esquerda na foto), trazendo os vinhos franceses Les Amis.


O projeto Les Amis, segundo explicou Piva, nasceu da amizade de oito winemakers franceses que produzem em diferentes regiões daquele país, num sistema tipo cooperativa. Eles se juntaram e criaram a marca - hoje é exportada para outros países, como o Brasil. Confira as minhas impressões sobre os vinhos provados:


Les Amis Rosé Brut

Espumante elaborado na região da Provence, tem em sua composição a uva tinta Grenache. Sua cor é de um discreto tom salmão, lembrando casca de cebola, e na taça exibe finas e numerosas borbulhas. Aroma frutado, com notas de morango, damasco e pêssego, mas também com um toque de fermento e brioche. Paladar elegante, de boa acidez e cremosidade, incluindo discretas notas oxidativas. Álcool: 11,5%.

Classificação: Muito Bom.
Preço: R$ 64,80*

Les Amis Bourgogne Pinot Noir 2011

Feito com uvas Pinot Noir provenientes das regiões de Côte de Beaune, Côte de Nuits e Côte Chalonnaise, na Borgonha, é um vinho de cor rubi clara com aroma de frutas silvestres maduras, como morango e framboesa, envolvendo ainda toques de couro e terra molhada. Corpo leve e delicado, com bom frescor. O sabor remete às sensações sentidas no nariz. Final de média intensidade. Álcool: 12,5%.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Preço: R$ 125*

Les Amis Bordeaux 2010

Este tinto da região de Bordeaux traz em sua composição as uvas Merlot (60%) e Cabernet Sauvignon (40%). De cor rubi violácea, tem um estilo moderno, leve e fácil de tomar. Frutado, apresenta boa acidez e taninos marcantes, porém em equilíbrio. Além da fruta, o paladar também traz discretas notas de madeira e especiarias. Álcool: 13,5%.

Classificação: Bom.
Preço: R$ 78*

*Os vinhos são importados pela Expand (www.adegaexpand.com.br)

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Salton lança mais uma “boa compra” na faixa dos R$ 25

Provei ontem um dos lançamentos da vinícola brasileira Salton, classificado no estilo “contemporâneo” da marca, que engloba vinhos jovens, descontraídos e com preço acessível. A linha Paradoxo inclui dois tintos: um Cabernet Sauvignon e um Merlot, ambos com amadurecimento de seis meses em barris de carvalho.

O vinho que degustei foi o Merlot. Confira as impressões:

Salton Paradoxo Merlot 2012


Tipo: Tinto.
Produtor: Salton.
Origem: Campanha Gaúcha, Rio Grande do Sul, Brasil.
Visual: Cor violeta, de média profundidade.
Olfato: Frutas negras frescas, canela e baunilha.
Paladar: Leve e fresco, com bom equilíbrio entre acidez e taninos. O sabor relembra as impressões olfativas.
Outras considerações: Elaborado apenas com uvas Merlot, o vinho amadureceu em barricas de carvalho, 50% francês e 50% norte-americano, durante seis meses. Durante pelo menos seis meses, permaneceu envelhecendo nas caves da vinícola antes de ir ao mercado. Tem 13% de álcool. Uma boa pedida para o dia a dia.

Classificação: Boa compra.
Preço: R$ 25 [www.salton.com.br/loja]

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Saiba como foi o Winebar ao vivo com os vinhos Salton


Na última terça-feira (10), tivemos mais uma edição do Winebar ao vivo com a participação da vinícola Salton. Desta vez, Daniel Perches, que é um dos organizadores da iniciativa junto com Alexandre Frias, recebeu o enólogo Lucindo Copat para provar e comentar três rótulos da Salton. Participaram diversos blogueiros e jornalistas especializados de todo o país.


Confira a minha avaliação:

Salton Prosecco

Tipo: Espumante.
Produtor: Salton.
Origem: Serra Gaúcha, Brasil.
Visual: Cor amarelo palha com traços esverdeados. Bolhas finas e duradouras.
Olfato: Floral e frutado, com bastante maçã. Aparece também um aroma que lembra chiclete.
Paladar: Fresco e leve, com boa acidez. Frutado. No final, aparece um leve amargor característico da uva.
Outras considerações: Elaborado com a uva Prosecco (Glera) pelo método Charmat. Tem 11,5% de álcool.

Classificação: Bom.
Faixa de Preço: R$ 30.

Espumante Salton Gerações Antonio Domenico Salton

 Tipo: Espumante.
Produtor: Salton.
Origem: Serra Gaúcha, Brasil.
Visual: Cor amarelo palha. Bolhas intensas e finas.
Olfato: Mel, frutas secas e fermento.
Paladar: Um espumante maduro, com boa acidez e cremosidade.
Outras considerações: Feito pelo método clássico (segunda fermentação em garrafa), passou três anos em contato com as leveduras. Apenas 13 mil garrafas foram produzidas. Tem em sua composição as uvas Pinot Noir (50%) e Chardonnay (50%). A graduação alcoólica é de 12,5%.

Classificação: Excelente.
Faixa de Preço: R$ 85.

Salton Gerações Paulo Salton 2009

Tipo: Tinto.
Produtor: Salton.
Origem: Serra Gaúcha, Brasil.
Visual: Cor rubi com tons granada.
Olfato: Complexo, envolve mentol, especiarias, frutas vermelhas frescas, chocolate, leite e tostado.
Paladar: Macio e persistente. Repete nariz.
Outras considerações: Feito com 40% de uvas Cabernet Sauvignon, 40% Merlot e 20% Cabernet Franc. Maturou 18 meses em carvalho francês novo.Tem 13% de álcool.

Classificação: Excelente.
Faixa de Preço: R$ 85.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Saiba como foi o Winebar ao vivo com o Champagne Maxime Blin

Na última sexta-feira, o Winebar ao Vivo - degustação virtual que reúne formadores de opinião do vinho de diversas partes do país, promoveu uma prova de champagne Maxime Blin, importado pela Vinea. Na ocasião, o mediador Daniel Perches (blog Vinhos de Corte) conversou com o jovem produtor e enólogo Maxime Blin, que respondeu às perguntas dos mais de vinte blogueiros e jornalistas participantes do encontro.

A MARCA
- Apesar da família já estar no ramo há muitos anos vendendo champagne, só em 1988 começou a produzir seus próprios rótulos. Possuem 12 hectares de vinhedos em Trigny, localidade a dez quilômetros de Reims, onde produzem Pinot Noir (50%), Chardonnay (25%)e Pinot Meunier (25%). Na Maison Maxime Blin, o vinho base sempre amadurece por um ano antes da produção do champagne.
Na ocasião, degustamos o seguinte rótulo (um dos seis produzidos pela casa):

Champagne Maxime Blin Brut Rosé

Tipo: Espumante.
Produtor: Maxime blin.
Origem: Champagne, França.
Visual: Cor salmão. Bom perlage, com bolhas finas e intensas.
Olfato: Frutas vermelhas frescas, panetone.
Paladar: Evoluído, traz as mesmas características do nariz e um toque de amêndoas e frutas secas. Boa cremosidade. Acidez correta.
Outras considerações: Elaborado unicamente com a variedade Pinot Noir, tem 12% de graduação alcoólica. Harmonizou muito bem com um ensopado de caranguejo.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Preço: R$ 273 [www.vineastore.com.br]

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Degustação dos vinhos da linha “Intenso” da Salton

O Winebar ao Vivo, degustação virtual que reúne formadores de opinião do vinho de diversas partes do país, promoveu ontem à noite uma degustação de três vinhos da nova linha da vinícola gaúcha Salton, batizada de “Intenso”.

Infelizmente cheguei atrasada à degustação, mas provei as três amostras logo após a transmissão, comandada por Daniel Perches (Blog Vinhos de Corte) e pelo sommelier Vinícius Santiago.

A proposta da Salton com essa nova linha, enquadrada na categoria “Premium”  para os tintos e “Fino Superior” para o espumante, é de bebidas de produção limitada, algumas voltadas apenas para o mercado internacional, com preço médio de R$ 30.

Confira as minhas impressões sobre os rótulos:

Salton Intenso Malvasia Natural Brut

Tipo: Espumante.
Produtor: Salton.
Origem: Serra Gaúcha, RS, Brasil.
Visual: Cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Bolhas finas, em boa quantidade.
Olfato: Notas florais e de maçã.
Paladar: Boa acidez, levemente cremoso. Repete nariz. Leve amargor final, mas que não atrapalha o conjunto.
Outras considerações: Um espumante descomplicado, elaborado pelo método charmat, com a casta Malvasia. Tem 12% de álcool.

Classificação: Bom.

Salton Intenso Marselan e Teroldego 2011


Tipo: Tinto.
Produtor: Salton.
Origem: Serra Gaúcha e Campanha, RS, Brasil.
Visual: Cor rubi violáceo, lágrimas em abundância.
Olfato: Fruta vermelha fresca, chocolate e especiarias.
Paladar: Café, fruta bem madura, compota. Taninos adocicados. Acidez presente.
Outras considerações: Elaborado com as variedades Marselan e Teroldego, este vinho não tem passagem por madeira. É voltado para o mercado externo e só pode ser encontrado no Brasil no site da Salton. Sua graduação alcoólica é de 12,8%.

Classificação: Bom.

Salton Intenso Merlot Tannat 2011

Tipo: Tinto.
Produtor: Salton.
Origem: Serra Gaúcha e Campanha, RS, Brasil.
Visual: Cor rubi violácea.
Olfato: Fruta vermelha fresca, especiarias, baunilha, café com leite, mentol.
Paladar: Boa presença de boca, taninos doces, volumoso. Repete nariz com um leve toque de couro.
Outras considerações: Feito com as uvas Tannat e Marselan, este tinto amadureceu seis meses em carvalho francês e americano.Apresenta 13,5% de álcool. Agradável e fácil de tomar.

Classificação: Muito Bom.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Winebar ao vivo: Cava Pere Ventura Tresor Brut Rosé

Tive, mais uma vez, a oportunidade de participar de mais uma edição do Wine Bar ao Vivo. Desta vez com vinhos da Península Ibérica, importados pela World Wine. Recebi em casa um cava rosé bastante agradável, que vou comentar aqui para vocês. Lembrando que de 09 a 11 de setembro, a importadora World Wine vai realizar no Rio de Janeiro e em São Paulo o World Wine Experience, com 16 produtores exclusivos da Espanha e Portugal.

Acredito que fui a única dos participantes a receber este rótulo para comentar. E fiquei muito satisfeita, uma vez que a bebida pode ser tomada muito bem sozinha, sem acompanhamentos, como também com entradas e pratos leves.

Seguem os meus comentários:

Cava Pere Ventura Tresor Rosé

Tipo: espumante
Produtor: Pere Ventura
Origem: Penedés, Espanha.
Visual: Cor cereja, brilhante. Borbulhas finas e persistentes.
Olfato: Frutas silvestres, como morangos, cerejas e framboesas. Também apresenta notas de fermento. Fresco.
Paladar: Repete a impressões do nariz. Tem ótima acidez, equilibrada com a doçura da bebida.
Outras considerações: Elaborada 100% com a variedade Trepat, obtida de vinhedos com 20 anos de idade. Tem segunda fermentação em garrafa, onde fica em contato com as borras por 14 meses. Sua graduação alcoólica é de apenas 11,5%.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Faixa de preço: R$ 96
Onde encontrar: http://www.worldwine.com.br

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Os vinhos da família Mandela

Tive o prazer de participar mais uma vez da ação Winebar, que envolve degustações virtuais ao vivo com participação de formadores de opinião de todo o Brasil. A de ontem à noite trouxe os vinhos sul-africanos House of Mandela, projeto supervisionado pela primeira filha do líder político Nelson Mandela.

Parte do lucro obtido com a venda dos vinhos é doada para a instituição House of Mandela. O intuito é de melhorar a vida das comunidades atingidas pela pobreza na África, ofertando-lhes trabalho, dando assistência às áreas de educação, saúde, agricultura e energia alternativa, bem como patrocinando um determinado número de alunos a estudar viticultura e enologia.

A DEGUSTAÇÃO – Um branco (Sauvignon Blanc) e um tinto (Pinotage) da linha Thembu foram degustados durante a ação, que mais uma vez contou com a apresentação de Daniel Perches (Blog Vinhos de Corte) e mediação de Alexandre Frias (Blog Diário de Baco/Enoblogs). Na ocasião, o proprietário da importadora Ravin, Rogério D'Ávila (à direita na foto), comentou sobre os rótulos provados e tirou dúvidas dos participantes. A Ravin é a importadora dos vinhos House of Mandela para o Brasil.

Os dois vinhos experimentados saíram-se muito bem na degustação. O Sauvignon Blanc conquistou mais admiradores, embora o Pinotage também tenha agradado ao público. São vinhos simples e equilibrados, agradáveis ao paladar brasileiro. Os rótulos fazem alusão às estampas das camisas usadas por Nelson Mandela.

Confira a minha avaliação:

House of Mandela Thembu Collection Sauvignon Blanc 2012

Tipo: Branco.
Produtor: House of Mandela.
Origem: Western Cape, África do Sul.
Visual: Amarelo palha com tons esverdeados.
Olfato: Perfumado. Notas florais, minerais, cítricas e de abacate.
Paladar: Boa acidez e boa estrutura. Leve e agradável. O sabor repete as sensações do nariz.
Outras considerações: Elaborado 100% com a uva Sauvignon Blanc, tem 12,5% de álcool.

Classificação: Muito Bom/Excelente
Faixa de preço: R$ 39 (em promoção) – www.ravin.com.br 

House of Mandela Thembu Collection Pinotage 2012

Tipo: Tinto.
Produtor: House of Mandela.
Origem: Western Cape, África do Sul.
Visual: Cor violácea bem clara. Límpido e transparente.
Olfato: Apimentado, com notas de fruta vermelha madura, caramelo e chocolate.
Paladar: De taninos macios, é um tinto leve, sem a rusticidade normalmente encontrada nos vinhos da uva Pinotage. Além das mesmas características do olfato, mostra também algum mentolado.
Outras considerações: Com apenas a uva Pinotage em sua composição, este tinto maturou seis meses em barris de carvalho francês. A graduação alcoólica é de 14%.


Classificação: Muito Bom
Faixa de preço: R$ 39 (em promoção) – www.ravin.com.br

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Saiba como foi o Wine Bar ao vivo com os vinhos Herdade do Rocim

Tive, mais uma vez, o privilégio de poder participar do projeto Wine Bar, onde um grupo de enoblogueiros e jornalistas do vinho reúnem-se para degustar rótulos pré-escolhidos, com transmissão ao vivo em vídeo pela internet. Na última segunda-feira, Daniel Perches (Blog Vinhos de Corte), um dos idealizadores do projeto, comandou a degustação ao lado da enóloga portuguesa Catarina Vieira, da Herdade do Rocim.

Na ocasião, foram degustados e comentados dois vinhos da vinícola, que está localizada no Alentejo. Além de provar e discutir sobre os rótulos, os participantes puderam fazer perguntas à produtora, tornando a degustação um bom espaço para troca de ideias. Achei os preços dos produtos meio "salgados", mas a qualidade de ambos é muito boa.

Confira a minha avaliação dos vinhos, que são importados para o Brasil pela World Wine:

Herdade do Rocim Tinto – 2009

Produtor: Herdade do Rocim.
Origem: Vidigueira (Alentejo), Portugal
Visual: Cor rubi brilhante, com reflexos violeta e demonstrando um discreto halo aquoso.
Olfato: Frutas vermelhas maduras e especiarias doces, como canela e noz moscada. O álcool aparece um pouco pronunciado no início, problema que se resolve com a aeração.
Paladar: Frutado, bem especiado, com boa acidez e final de boca longo. Corpo médio.
Outras considerações: Um tinto bem gastronômico, elaborado com as uvas Syrah, Touriga Nacional, Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouchet. Amadureceu 80% em barricas de carvalho francês e 20 % em barricas de carvalho americano. Tem 14% de álcool.

Classificação: Muito Bom.
Preço: R$ 98 [www.worldwine.com.br]

Olho de Mocho Reserva  2009 

Produtor: Herdade do Rocim.
Origem: Vidigueira (Alentejo), Portugal
Visual: Cor violácea, bem concentrada.
Olfato: Rico, com notas pronunciadas de ameixa, chocolate, café e um toque licoroso.
Paladar: Boa presença de boca. Surgem as mesmas impressões sentidas no nariz, envoltas por taninos adocicados e notas mentoladas no final de boca.
Outras considerações: Na composição deste tinto entram as castas Syrah, Touriga Nacional e Alicante Bouschet. A bebida estagiou 12 meses em barricas de carvalho (80% francesa) e mais seis meses em garrafa antes de sair para o mercado. É um vinho elegante e moderno, com características do Novo Mundo. Ah, e pra quem é curioso como eu: "mocho" é uma espécie de coruja. Já "olho de mocho" é o nome popular de uma planta comum na Ilha da Madeira.

Classificação: Muito Bom/Excelente.
Preço: R$ 185 [www.worldwine.com.br]

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O blog participou: Winebar com champagnes Vollereaux


Ontem à noite, o Winebar voltou à ativa com uma bela degustação de champagnes Vollereaux. Para quem não acompanhou ou quem não conhece o Winebar, trata-se de uma ação que envolve um grupo de enófilos de todo o Brasil com degustações através do Facebook, onde os participantes podem acompanhar a transmissão em vídeo ao vivo e postar seus comentários on-line.

Na degustação desta terça, conduzida mais uma vez pelo colega e um dos idealizadores do Winebar, Daniel Perches, tivemos a presença do produtor dos Champagnes Vollereaux, Julien Breuzon. Três amostras foram degustadas e comentadas: um brut, um Brut Cuvée Tradition Millésime 2005 e um rosé.

Tive o prazer de receber da importadora Chez France duas garrafas (brut e rosé), que abri durante a transmissão do Winebar para poder comentar junto com os colegas participantes.

Antes de falar sobre a degustação, só um pouquinho da história do produtor:

A primeira geração da família comprou vinhedos em 1806. Depois de seis gerações, a empresa continua nas mãos dos Vollereaux. Eles possuem 42 hectares de vinhedos próximos a Epernay, a capital do Champagne, e contam atualmente em seu catálogo com nove rótulos distintos da bebida.

Confira a avaliação blog sobre os exemplares provados:

Champagne Vollereaux Brut

Produtor: Vollereaux.
Origem: Champagne, França.
Visual: Amarelo palha reflexos dourados. Excelente perlage, com bolhas finas e numerosas.
Olfato: Notas de abacaxi, frutas brancas, tostado, panificação.
Paladar: Leve e refrescante, com boa acidez. Repete o nariz e tem um leve toque cítrico. Final longo.
Outras considerações: Engarrafado em abril de 2008, este champagne é um clássico da Maison Vollereaux, elaborado com as castas típicas Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. Teve três anos de amadurecimento. É uma bebida com ótima relação de preço X qualidade, que serve como aperitivo e também vai com pratos de frutos do mar, pescados leves e carnes brancas. A minha sugestão é com vieiras marinadas.

Classificação: Muito Bom (Boa compra)
Faixa de preço: R$ 131 [www.loja.chezfrance.com.br]

Champagne Vollereaux Rosé de Saignée Brut

Produtor: Vollereaux.
Origem: Champagne, França.
Visual: Cor cereja com traços alaranjados. Perlage intenso.
Olfato: Frutas silvestres, como morangos e cerejas. Notas de panificação.
Paladar: Delicado, refrescante e bem leve. Traz de vota as sensações sentidas no nariz. Persistente.
Outras considerações: Neste champagne, as cascas das uvas Pinot Noir são maceradas por mais tempo com o suco, num processo chamado batizado “rosé de saignée”, ou rosé de sangria. A bebida pode ir bem com sobremesas com pouco açúcar, à base de frutas vermelhas, como um cheesecake, por exemplo. Também serve como aperitivo e para acompanhar canapés.

Classificação: Bom/Muito Bom.
Faixa de preço: R$ 155 [www.loja.chezfrance.com.br]

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Domínio del Plata Essential Malbec/ Cabernet Sauvignon – 2009


Este foi o vinho do último Winebar (degustação online com enoblogueiros de várias partes do Brasil), realizado na segunda-feira à noite e conduzido direto de Mendoza, Argentina. Esta degustação contou com a participação especial da enóloga Susana Balbo [saiba mais como foi].

Produtor: Domínio del Plata.
Origem: Mendoza, Argentina.
Visual: Rubi com reflexos violáceos. Lágrimas finas. Límpido.
Olfato: Fruta vermelha madura, baunilha, café e leve especiaria. O álcool se sobressai logo ao abrir, mas melhora com a aeração do vinho.
Paladar: Aparecem novamente as impressões sentidas no olfato. Taninos doces e macios, de boa qualidade. Fácil de tomar.
Outras considerações: O vinho teve passagem de nove meses em carvalho. Em sua composição estão as uvas Cabernet Sauvignon e Malbec, segundo Susana Balbo, praticamente na mesma proporção. O rótulo é comemorativo aos dez anos da Domínio del Plata – projeto da enóloga com a importadora Cantu.

Classificação: Bom/Muito Bom (vai evoluir na garrafa)
Faixa de preço: R$ 50

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Winebar: Notícia da Dominio del Plata agita o mundo dos enoblogueiros

Acabou agora há pouco mais uma transmissão do Winebar – o ponto de encontro dos amigos do vinho na web. Desta vez, a degustação foi transmitida direto de Mendoza, Argentina, com a presença da renomada enóloga Susana Balbo, da Domínio del Plata, numa parceria com a importadora Cantu.

Durante a degustação do vinho Domínio del Plata Essential Malbec/Cabernet Sauvignon 2009, conduzida pelo colega Daniel Perches, ela fez uma revelação que mexeu com os enoblogueiros participantes do Winebar: está lançando um concurso onde eles irão produzir os seus próprios vinhos. Um grupo selecionado irá receber em casa um kit para a elaboração de sua bebida, incluindo amostras de cinco terroirs diferentes da Argentina.

O vencedor terá o seu vinho engarrafado e sua assinatura ainda irá no rótulo da bebida, com a chancela da própria Susana Balbo. É ela quem irá escolher a melhor amostra. O lançamento será na Expovinis de 2012.

Depois desta bela notícia, deixo para o próximo post os comentários sobre o vinho da noite (também um belo vinho).

Saúde!