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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Queijos e vinhos: afinal, quem combina com quem?
Muito se ouve falar na combinação entre queijos e vinhos. Para muita gente, os dois elementos são sinônimo de harmonização. Mas sabia que a experiência pode ficar bem mais interessante se você combinar o tipo queijo com o vinho certo?
Para começar, precisamos classificar os tipos de queijo. Durante uma aula, ouvi do professor Mario Telles Júnior, da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP), uma das definições mais interessantes sobre o assunto. Simples e direto, ele explicou: “os queijos de cabra são os mais ácidos, os de ovelha os mais gordurosos e os de vaca os mais fedidos”.
Uma dica é associar o vinho com o queijo da mesma região. Quase sempre eles se complementam. Os queijos defumados, como provolone, podem “apagar” o sabor do vinho. Para este tipo de queijo, um vinho tinto marcante e com características defumadas, como um pinotage sul africano, pode funcionar.
Existe duas harmonizações clássicas entre queijos e vinhos que não podem deixar de ser citadas:
QUEIJO DE CABRA + SANCERRE: O sabor marcante e característico deste queijo vai bem com estes brancos produzidos na França com a uva Sauvignon Blanc, que são secos, minerais, com aromas de frutas secas e nozes.
ROQUEFORT + SAUTERNES: O gosto bastante salgado e a gordura do queijo harmonizam com a doçura, acidez e untuosidade deste consagrado tipo de vinho francês.
Outras sugestões para os diversos texturas e sabores de queijos são as seguintes:
BRIE: tintos bem leves e frutados, como Beaujolais ou ainda brancos feitos com a uva Sauvignon Blanc combinam com este queijo cremoso.
CHEDDAR AMADURECIDO: Combina tanto com um Bordeaux tinto como com um Porto Tawny.
QUEIJOS AZUIS: Assim como na sugestão do Roquefort, que é um queijo azul, o gorgonzola (que é um pouco menos marcante) pode combinar com vinhos Late Harvest e Porto Tawny.
MUSSARELA: Vai bem com Chardonnays sem passagem por madeira.
PARMESÃO: Italianos como Barolo ou Barbaresco. Tintos feitos com Cabernet Sauvignon, Malbec ou Tannat também dão conta do recado.
GRUYÉRE E EMMENTHAL: Combinam com brancos feitos com a uva Riesling ou ainda com tintos elaborados com Merlot ou Pinot Noir.
QUEIJOS DE OVELHA: Brancos com leve doçura, como Torrontés e Muscat são indicados.
QUEIJOS PICANTES: A uva branca Gewürztraminer “encara” bem o desafio.
QUEIJOS CURADOS: Harmonizam bem com tintos da Rioja envelhecidos.
Experimente e ou descubra também outras combinações. É uma experiência deliciosa.
Saúde!
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Almoço harmonizado na Herdade do Esporão
Uma das refeições mais incríveis que fiz em Portugal foi na
vinícola Herdade do Esporão, no Alentejo. O seu restaurante, comandado pelo
chef Pedro Pena Bastos tem uma cozinha minuciosa, que utiliza ingredientes da
estação e insumos locais, com vegetais da própria horta, porcos pretos criados
na Herdade e produtos de parceiros da região.
O restaurante tem um visual moderno, mas muito aconchegante,
com uma bela varanda com vista para os vinhedos. As paredes são decoradas com
pinturas que ilustraram diversos rótulos da Herdade do Esporão. O serviço é
impecável, com profissionais atenciosos, que explicam cada detalhe da nossa
experiência gastronômica
Para iniciar, uma degustação de três azeites da casa, do
mais suave para o mais picante: Galega,
Selecção e Cordovil. Em seguida um amuse bouche impecável, com produtos frescos
e o refrescante Vinha da Defesa Rosé 2014 para harmonizar.
Em seguida, veio um
elegante Esporão Reserva Branco 2014 que acompanhou com maestria um prato de
lula com feijão-verde (vagem), amêndoas frescas e nectarinas. O ‘classudo’
Esporão Reserva Tinto 2012 veio com um entrecote de novilho, couve portuguesa,
raiz de aipo e rábano.
Para a sobremesa, uma verdadeira obra de arte no prato:
frutos silvestres, granola e coentros. Tomamos com o Espumante Bruto 2012, o
qual eu ainda não havia provado e gostei bastante. É elaborado pelo método tradicional, apenas em safras especiais.
Os vinhos da Herdade do Esporão são importados para o Brasil pela Licínio Dias (LD) Importação e Qualimpor.
Restaurante Esporão:
Reguengos de Monsaraz, Alentejo, Portugal.
Contatos para reservas e informações: +351 266 509280 | reservas@esporao.com
Contatos para reservas e informações: +351 266 509280 | reservas@esporao.com
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terça-feira, 21 de julho de 2015
Como harmonizar vinho e comida japonesa
Há alguns anos, escrevi aqui no blog sobre a combinação
entre vinho e comida japonesa. Como se trata de um assunto sobre o qual as pessoas normalmente
têm dúvidas, então resolvi trazer o tema de volta, dando uma refrescada no
texto e incluindo novas dicas. Confira:
Vinho, sushi, sashimis e afins
Quando vou a restaurantes japoneses, tenho o costume de
observar o que as pessoas estão bebendo. Deu então para perceber que não é comum entre os brasileiros o
hábito de tomar saquê, bebida japonesa à base de arroz fermentado, que,
teoricamente, acompanha bem os sushis, sashimis, etc e tal. Para acompanhar as iguarias da culinária oriental, boa parte aposta nos
refrigerantes e outros vão de cerveja. Poucos se arriscam no vinho, embora as casas do ramo estejam abrindo cada vez mais
espaço para a bebida nos últimos anos.
Afinal, vinho combina com japonesa?
Combina sim. E muito!
Antes de mais nada, é importante saber que existem alguns elementos
que podem atrapalhar esse casamento. É só entendê-los melhor para que a união
possa dar certo. São três os vilões que podem fulminar um vinho: o molho shoyu,
o gengibre e o wasabi (raiz forte). Tentando harmonizar sem a presença desses
ingredientes ou usando o mínimo deles, o resultado pode ser satisfatório. Os
molhos adocicados também podem causar uma desarmonia na combinação. Portanto,
seja parcimonioso nos acompanhamentos.
Quanto aos vinhos que vão combinar bem com os pratos japoneses, aposte nos brancos jovens, nos rosés e nos espumantes brut. Outros vinhos que também harmonizam com os pratos típicos do Japão são os proseccos (espumantes italianos feitos na região do Vêneto) e os Jerez Finos espanhóis, que são vinhos fortificados. Mas os campeões são os brancos feitos com a uva alemã Riesling.
Quanto aos vinhos que vão combinar bem com os pratos japoneses, aposte nos brancos jovens, nos rosés e nos espumantes brut. Outros vinhos que também harmonizam com os pratos típicos do Japão são os proseccos (espumantes italianos feitos na região do Vêneto) e os Jerez Finos espanhóis, que são vinhos fortificados. Mas os campeões são os brancos feitos com a uva alemã Riesling.
Já fiz várias provas de vinhos com sushis e trago aqui para
vocês uma lista com alguns que resultaram em uma boa combinação.
Escolha o seu e... kampai! (um brinde!):
- Arboleda Chardonnay (Chile)
- Viapiana Green (Brasil)
- Henry Fuchs Riesling (Alemanha)
- Alamos Viognier (Argentina)
- Espumante Raposeira Reserva Bruto (Portugal)
- Altas Cumbres Viognier (Argentina)
- Abadia de San Campio Albariño (Espanha)
- Santa Rita Gran Hacienda Sauvignon Blanc (Chile)
- Prosecco La Veneziana Extra Dry (Itália)
- Cousiño-Macul Don Luis Sauvignon Blanc (Chile)
- Espumante Rio Sol Brut Rosé (Brasil)
- Urmeneta Sauvignon Blanc 2013 (Chile)
- Alta Vista Classic Reserva Torrontés (Argentina)
- Saint Clair Vicar’s Choice Riesling (Nova Zelândia)
- Masi Passo Blanco (Argentina)
- Casas del Toqui Single Estate Sauvignon Blanc (Chile)
- Fleur du Cap Sauvignon Blanc (África do Sul)
- Bisquertt Reserva Petirrojo Sauvignon Blanc (Chile)
- Duas Quintas Branco (Portugal)
- Carmen Sauvignon Blanc (Chile)
- Quintay Clava Cristal Reserva Sauvignon Blanc (Chile)
- Henry Fuchs Riesling (Alemanha)
- Alamos Viognier (Argentina)
- Espumante Raposeira Reserva Bruto (Portugal)
- Altas Cumbres Viognier (Argentina)
- Abadia de San Campio Albariño (Espanha)
- Santa Rita Gran Hacienda Sauvignon Blanc (Chile)
- Prosecco La Veneziana Extra Dry (Itália)
- Cousiño-Macul Don Luis Sauvignon Blanc (Chile)
- Espumante Rio Sol Brut Rosé (Brasil)
- Urmeneta Sauvignon Blanc 2013 (Chile)
- Alta Vista Classic Reserva Torrontés (Argentina)
- Saint Clair Vicar’s Choice Riesling (Nova Zelândia)
- Masi Passo Blanco (Argentina)
- Casas del Toqui Single Estate Sauvignon Blanc (Chile)
- Fleur du Cap Sauvignon Blanc (África do Sul)
- Bisquertt Reserva Petirrojo Sauvignon Blanc (Chile)
- Duas Quintas Branco (Portugal)
- Carmen Sauvignon Blanc (Chile)
- Quintay Clava Cristal Reserva Sauvignon Blanc (Chile)
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Sushi
terça-feira, 19 de maio de 2015
Rui Paula incrementa o cardápio apostando em pratos menos sofisticados
O restaurante que tem uma das melhores cartas de vinho do
Recife está de cardápio novo. O chef português Rui Paula (foto), que dá nome à casa,
está passando uma temporada na cidade para ajustar os detalhes do menu. Ontem à
noite, pude conhecer uma mostra do que vai ser servido no estabelecimento a
partir da próxima semana. A proposta do chef é adaptar a sua culinária ao
paladar local, utilizando ingredientes que estão ao alcance na própria região.
“São pratos mais simples, que vão ao encontro do gosto
local”, explica Rui Paula. São cerca de 15 novas opções no cardápio, todas
seguindo esse conceito, porém com algumas exceções, como o delicioso bacalhau coberto
com um creme de azeitonas pretas e servido com purê de grão de bico envolto em
um charuto de couve.
Nesta execução o chef mostra a sua apurada técnica
compondo o prato com esferas de clara de ovo preservadas em azeite. Um primor
de prato, que foi muito bem harmonizado com o vinho verde VARANDA DO CONDE
ALVARINHO TRAJADURA 2013.
Aliás, os vinhos mostrados durante a apresentação do novo
cardápio foram muito bem escolhidos – todos da Veloz Distribuição, que traz os rótulos
das importadoras Casa Flora e Porto a Porto.
Rui Paula, que é integrante do júri do reality show
Masterchef em Portugal, diz que o seu restaurante no Recife tem recebido uma
boa média de público no almoço e que neste mais de um ano de funcionamento ele vem
tentado traduzir o gosto do cliente brasileiro.
Os preços, por exemplo,
baixaram. A cozinha também tem se esforçado para atender as sugestões os
clientes. “Porém o serviço diferenciado continua”, ressalta o chef, que possui
três restaurantes com propostas diferentes em Portugal: DOC, DOP e Boa Nova -
este último uma casa de chá para 30 pessoas.
Entre as outras boas opções para provar no novo cardápio do
Rui Paula estão:
:: Entrada de camarão com purê de couve flor e molho de
frutos do mar.
A sugestão de acompanhamento é o tradicional cava DON ROMÁN BRUT.
:: Um prato simples e muito saboroso de feito da coxinha da asa de galinha acompanhada
de batata recheada com tomate e molho aioli - preparado à base de alho, azeite
e gemas de ovos.
Vai bem com o vinho DUORUM COLHEITA 2012, um tinto do Douro
muito macio e agradável.
:: Pica-pau de filet mignon com arroz de alho e picles da
casa, criação inspirada em um prato servido no restaurante Pinóquio, em Lisboa.
Este combinou perfeitamente com o tinto italiano CELLARO MICINA NERO D'AVOLA
NERELLO MASCALESE 2013, produzido na Sicilia.
:: O divino parfait de vinho do Porto com castanhas do Pará,
chocolate negro e laranja para a sobremesa.
Experimente com o envolvente JUSTINO’S MADEIRA 3
ANOS.
Rui Paula Recife
Shopping RioMar, Pina, piso L1, Recife-PE.
Informações e reservas: (81) 3048-4293.
Informações e reservas: (81) 3048-4293.
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Rui Paula
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Il Pastifício resgata as raízes da comida artesanal italiana
Conheci há alguns dias um lugar muito bacana no Recife.
Localizado em Boa Viagem, o Il Pastifício é uma casa que tem como proposta
oferecer massas, molhos, antepastos, sopas e outros produtos artesanais,
preparados pelo chef italiano Paolo Cacitti, e também comercializar vinhos de
diversas regiões daquele país.
São várias opções para o cliente levar para casa, tudo
preparado com ingredientes selecionados, como a farinha de trigo legitimamente
italiana. Mas quem quiser provar a culinária de Paolo Cacitti na própria loja,
o espaço conta com uma simpática cantina, aberta para o almoço. O chef comanda
o estabelecimento junto com sua esposa, Giovanna (na foto abaixo, com Paolo).
Entre algumas delícias que provei por lá, indico o Bacalhau alla
Vicentina (foto abaixo), Lasagnette ai Frutti di Mare e Risoto al Barbaresco e Salsiccia.
Outro prato interessante é a Torta Pasqualina, torta salgada que se come
durante a Páscoa na Itália - uma espécie de massa folhada com ricota, parmesão
e ovo. Para a sobremesa, experimente o tradicional Tiramisu.
Os pescados e frutos do mar caem bem com o vinho branco Cortese Alto
Monferrato La Viola. Os demais pratos combinam com um tinto “coringa”, como o
Chianti Poggio Capponi.
Falando de vinhos, a casa oferece uma boa gama de rótulos,
entre espumantes, tintos e brancos. Um dos destaques é o Sasso di Sole Brunello
di Montalcino. Outra boa pedida é o Cantina Rasore Barbaresco Torrato. Mas a
carta também conta com opções para o dia a dia, como o Rasore Terre Siciliane
Nero d'Avola IGT, Orme Nero di Troia Puglia IGT, Campo del Sole Sangiovese
Superiore di Romagna e Les Caves du Roi Garganega Chardonnay Veneto IGT, entre
outros.
SERVIÇO:
Il Pastificio
Rua Carlos Pereira Falcão 184, Boa Viagem, Recife, PE.
Fones: (81) 3325-9453
www.ilpastificio.com.br
Rua Carlos Pereira Falcão 184, Boa Viagem, Recife, PE.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
Salton lança espumante de produção limitada para homenagear matriarca da família
Lucia Canei era a mãe dos fundadores da vinícola gaúcha
Salton. Casada com Antonio Domenico Salton, a matriarca foi referência para os
negócios da família e sempre era consultada antes de qualquer decisão. Para
homenageá-la, a empresa lançou um espumante rosé com seu nome, produzido
através do método tradicional e com produção de apenas cinco mil garrafas.
O novo espumante foi apresentado ontem (28) pelo enólogo da
Salton, Lucindo Copat, durante uma degustação virtual promovida pelo site Winebar
(www.winebar.com.br), reunindo
blogueiros de vinho e formadores de opinião de todo o Brasil. Participei da iniciativa
e pude degustar o produto simultaneamente com o grupo. Ainda por cima, preparei
um prato especialmente para harmonizar com a bebida.
Confira as minhas impressões:
Salton Lucia Canei Brut Rosé
Tipo: Espumante.
Produtor: Salton.
Origem: Serra Gaúcha (RS), Brasil.
Visual: Cor casca de cebola. Bolhas finas e intensas.
Olfato: Delicado aroma de frutas vermelhas, como morangos e
cerejas, além de um toque amendoado.
Paladar: Cremoso, de boa acidez e persistência. É muito
elegante e levemente frutado, com leves notas de pão e leveduras.
Outras considerações: Elaborado 100% com uvas Pinot Noir
pelo método tradicional (segunda fermentação em garrafa). Fermentou em contato
com as leveduras pelo período aproximado de um ano. Apenas cinco mil garrafas
foram produzidas. Tem 11,5% de álcool. Harmonizou perfeitamente com um risoto
de pera e gorgonzola.
Classificação: Muito Bom/Excelente.
Média de preço: R$ 150 (www.salton.com.br)
Média de preço: R$ 150 (www.salton.com.br)
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terça-feira, 28 de abril de 2015
Joint venture une importadoras Porto a Porto e Casa Flora no Recife
Foi inaugurado ontem (27), no Recife, o showroom da Veloz
Distribuição, joint venture que une dois grandes grupos de importação de
alimentos e bebidas do Brasil: Porto a Porto e Casa Flora. O espaço está funcionando
no bairro de Casa Forte, como um ponto de apoio para o atendimento a lojistas,
distribuidores e restaurantes. Trata-se de um ambiente muito bem equipado,
inclusive com cozinha gourmet e espaço para eventos, onde estão expostos cerca
dos dois mil produtos comercializados por ambas as marcas.
À frente da gerência geral da Veloz está o empresário
Evandro Giacobbo (foto abaixo). Ele explica que com o crescimento da cena gastronômica na
cidade, que triplicou em menos de dez anos, surgiu a ideia de reforçar a
participação das importadoras na região.
VINHOS - Entre as marcas de vinhos do portfólio estão os chilenos
das vinícolas Santa Carolina e Viña Casablanca; os espanhóis da Marqués de
Tomares e Pata Negra; os argentinos da Nieto Senetiner e Alfredo Roca; os
portugueses da Caves Messias, da enóloga Filipa Pato, de João Portugal Ramos e Carmim.
Ainda integram a lista os rótulos franceses de Denis Dubourdieu e o famoso
champanhe Deutz, além dos australianos da Jacob’s Creek, entre outros
fornecedores.
Na ocasião, pude conversar como CEO da Marqués de
Tomares/Don Román, Oscar Montaña Porres (foto abaixo), e ainda com o presidente da Carmim,
Miguel Feijão, e o gerente comercial da Nieto Senetiner, Cláudio Gerssiano.Todos
mostram-se entusiasmados com a perspectiva de aumento de participação de suas
marcas no mercado nordestino, através da abertura desta joint venture.
OUTRAS BEBIDAS - A Porto a Porto e a Casa Flora são também responsáveis
no Brasil pela cerveja alemã Paulaner e pelo portfólio da marca William Grant
and Sons, que envolve os uísques Grant’s, Glenfiddich, Balvenie e o gin
Hendrick’s. Outra marca de destaque no quesito bebidas é a prestigiada água norueguesa
VOSS, considerada uma das mais puras do mundo.
COMIDA - No quesito alimentício, a Veloz oferecerá toda a
linha italiana de massas, molhos e azeites Paganini, as pimentas mexicanas em
conserva La Costeña, os produtos ibéricos do Grupo Josep Llorens I Fills (Jamón
Pata Negra, Chourizo, salames e presuntos); e a linha La Cumparsita de produtos
gastronômicos internacionais.
Durante o evento, o expert em Jamon e CEO da Josep Llorens,
Josep Ramon Lourenzo, esteve presente elaborando e executando os cortes da iguaria.
Foram servidos Fue Catalan, Chouriço Sarta e Jamon Ibérico 3 estrelas 36 meses.
A FESTA – Com um belo e prestigiado coquetel, os anfitriões Pedro
Correa de Oliveira (foto abaixo) e Fernando Correa de Oliveira (Porto a Porto) e Antonio
Carvalhal Neto e Adilson Carvalhal Júnior (Casa Flora) receberam convidados de
diversos ramos da gastronomia.
Para iniciar a degustação os convidados foram recebidos pelo
tradicional espumante Cava Don Roman Brut, da Espanha. Em seguida, um vinho
branco da vinícola Régia, de Portugal. A Nieto Senetiner trouxe um Malbec DOC 2012 e a Marqués de Tomares, da Espanha, seu rótulo Crianza 2011. Para fechar
a prova de vinhos, um Porto Messias 10 anos.
Os amantes de cervejas puderam provar primorosas Paulaner
Kristallflar e a Furstenberg, ambas produzidas na Alemanha. Já para os adeptos
do scotch, um puro Single Malt Glenfiddich 12 anos selou a degustação.
Veloz Distribuidora
Rua Alfredo Fernandes, 200, Casa Forte, Recife - PE.
Fone: (81) 3090 7323
Rua Alfredo Fernandes, 200, Casa Forte, Recife - PE.
Fone: (81) 3090 7323
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sexta-feira, 24 de abril de 2015
É hora de harmonizar vinho e fondue de queijo
Nem precisa as águas de março fecharem o verão para os brasileiros “se jogarem” em pratos típicos de climas mais frios, como é o caso da fondue. Essa iguaria de origem suíça é sinônimo de sucesso em qualquer lugar do mundo. E aqui não poderia ser diferente. Mas você sabe quais vinhos combinam melhor com ela?
A fondue originalmente é aquela feita à base de queijo. Para o seu preparo, utilizam-se as variedades Gruyère e Emmental acrescentando-se noz moscada e alho, além de vinho branco e kirsch (bebida fermentada de cereja). A pasta final é acondicionada em um réchaud (panela que pode ser aquecida na própria mesa). Degustá-la é um verdadeiro ritual, onde os comensais espetam pedaços de pão e passam generosamente na mistura fumegante de queijos.
A receita pode ser preparada em casa ou comprada já pronta, em embalagens à vácuo. Nas lojas de produtos gourmet é fácil encontrar o produto, inclusive de origem suíça. Existem algumas marcas brasileiras que também disponibilizam a pasta, porém dê preferência as que utilizam queijos de qualidade, se possível o próprio Gruyère ou Emmental.
HARMONIZANDO - O sabor da fondue de queijo pode ser potencializado pelo vinho correto. Preferencialmente, o prato pede vinhos brancos com boa acidez - elemento fundamental para enfrentar a gordura dos queijos. Os rótulos elaborados no Novo Mundo com a uva Chardonnay normalmente caem muito bem. Se conseguir, experimente também com brancos alemães secos feitos com a variedade Riesling.
Mas a fondue de queijo também pode ser harmonizada com vinhos tintos, desde que estes sejam simples, leves e também com boa acidez. Invista nos feitos com as variedades Pinot Noir, Merlot ou em um Valpolicella (italiano do Vêneto). Rosés mais encorpados também são permitidos.
Um brinde e bom apetite!
No Recife, indico a fondue da marca Campo da Serra (www.campodaserra.com.br)
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quinta-feira, 2 de abril de 2015
Páscoa e vinhos: confira dicas
Todo ano alguém sempre me pede dicas de vinhos para consumir
com as comidas da Semana Santa. Além do tradicional bacalhau e dos pescados, a
mesa desta época também conta muita fartura, terminando fatalmente nos
chocolates. E tem vinho para harmonizar com tudo! Confira as dicas:
ENTRADAS E SALADAS
Para aperitivo ou acompanhando as entradas e os pratos mais
leves, a pedida são os brancos mais frescos, vinhos verdes (do tipo branco),
rosés e espumantes. Sauvignon Blanc, Alvarinho, Riesling e Chenin Blanc são
boas opções de vinhos brancos varietais para este tipo de comida.
BACALHAU
Pode se optar por brancos ou tintos. Os brancos, de
preferência, devem ser mais encorpados e com boa acidez, como um branco
alentejano. Se preferir um tinto, escolha um mais leve, como um Merlot, Pinot
Noir ou Carmenère. Alguns preferem acompanhar bacalhau com Vinho Verde. Porém,
por ser mais leve, esse tipo de vinho fica mais interessante com uma salada de
camarão ou com ostras gratinadas, por exemplo.
Já o bolinho de bacalhau pode
ser perfeitamente acompanhado com espumantes do tipo brut (seco).
Em resumo, os
brancos acompanham bem bacalhau com molhos mais amenos, como o ao molho de
natas. Os tintos vão bem com as receitas mais fortes, como o Lagareiro, Zé do
Pipo ou Gomes de Sá.
PEIXES
Brancos e rosés normalmente são aconselhados para acompanhar
os pescados em geral. Para aqueles mais “pesados”, como o salmão, um bom
Champagne ou espumante brut também pode ser consumido, pois a acidez da bebida se
contrapõe à gordura do peixe.
FRUTOS DO MAR
Camarões, lagostas, mariscos e afins pedem vinhos com boa
acidez e que sejam leves. Brancos, rosés e espumantes normalmente vão bem com
estes tipos de pratos.
LOMBO DE PORCO
Esta é uma das carnes que aparecem na mesa da Páscoa. Por
ter um sabor suave, vai bem com brancos encorpados, como um bom Chardonnay, ou tintos
leves, tipo Cotes-du-Rhône, Merlot, Pinot Noir, Chianti e Beaujolais.
CORDEIRO
Outra carne consumida no almoço da Páscoa, o cordeiro
harmoniza com vinhos tintos mais potentes. Uma das minhas combinações
preferidas é com a uva Syrah. Mas o prato também vai harmonizar bem com os
vinhos de Bordeaux, Rioja ou um Cabernet Sauvignon do Novo Mundo.
CHOCOLATE
Os fortificados, como os vinhos do porto, fazem uma bela
combinação com os ovos de chocolate. Para mim, os do tipo Tawny são os que
combinam melhor com esta guloseima.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Conheça o queijo que é feito com vinho
Imagine um queijo criado em homenagem aos amantes de vinho.
Ele leva vinho em sua massa e ainda é recheado com bolinhas de mussarela
marinadas na bebida. Este queijo chama-se Morbivinho e é produzido pelo
laticínio pernambucano Campo da Serra.
Segundo a engenheira química Vitória Barros, o produto tem a
mesma massa do queijo de origem francesa Morbier. A diferença é que na hora do
preparo, o leite que é usado para fazer o queijo leva um pouco de vinho tinto
seco. Ela explicou também que são adicionadas à massa bolinhas de mussarela que
ficaram marinando no vinho de dois a três dias.
Vitória (foto abaixo) aprendeu a receita com um professor do Instituto de
Laticínios Cândido Tostes, escola mineira que forma profissionais na área de
leite e derivados. Já que não tinha conhecimento de ninguém que produzisse o
queijo no Brasil, resolveu incluir a novidade no cardápio da sua Campo da Serra,
que oferece cerca de 40 diferentes variedades de queijos e laticínios.
O Morbivinho destaca-se entre os outros queijos pela sua
aparência. A casca é de coloração vinho e a massa exibe um interessante recheio
de bolinhas marinadas. O sabor é suave e a consistência é macia, bem parecida
com a do queijo Morbier. Embora já tenha vinho na receita, o produto harmoniza
com tintos leves, como um Merlot.
A Campo da Serra possui duas lojas no Recife (Boa Viagem e
shopping RioMar) e outra no município de Gravatá, agreste pernambucano.
Saiba mais:
www.campodaserra.com.br
www.campodaserra.com.br
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Pissani traz ao Recife massas gourmet e vinhos italianos
Há um século, Teresa Pissani mudou-se do norte da Itália para o Uruguai, levando com ela a técnica de preparação das massas artesanais. Essa tradição terminou chegando ao Brasil através das mãos de seu bisneto, o chef uruguaio Carlos Pissani, que resolveu fundar, em 2007, uma boutique de massas em São Paulo. Respeitando a tradição da gastronomia italiana e utilizando ingredientes naturais, frescos, sem conservantes ou corantes e recheios sofisticados, as suas massas tornaram-se sucesso e começaram a ser comercializadas em várias partes do país.
Há apenas dois meses, Recife ganhou a primeira boutique de massas artesanais Pissani Massas Gourmet do Nordeste. A loja fica instalada em Boa Viagem e oferece cerca de 40 variedades de massas, molhos artesanais, azeites, manteigas saborizadas e outros produtos gourmet, além de vinhos italianos exclusivos. Os produtos são vendidos congelados, mas conseguem manter as suas características de textura e sabor, de forma que parecem ter acabado de serem preparados.
Numa visita à casa, ficamos sabendo que as massas são elaboradas com um blend de três diferentes farinhas: uma brasileira, outra argentina e a última italiana. São 38 variedades de massas com recheios mais diversos e gnocchi. Além das massas clássicas, há também opções doces, integrais e sem glúten.
Entre as interessantes criações que provamos estão o Ravioli recheado de Angus à Moda de Punta del Este (R$ 59 - 500g), a massa especial com Queijo de cabra Boursin com Cebola Caramelizada e Ervas Finas (R$ 50 - 500g) e a sem glúten de espinafre, ricota e nozes (R$ 43 - 500g). Outras opções interessantes são as massas doces que vão desde a feita com chocolate recheada com chocolate branco e frutas vermelhas (R$ 57 – 500g) ao ravióli recheado com doce de leite, banana da terra e amêndoas (R$ 56 – 500g).
E a criatividade dos recheios ainda passa pelo queijo negro, boursin com alho-poró, brie com lascas de laranja caramelizadas, burrata com lascas de limão, haddock defumado com aspargos verdes e cordeiro com alcaparras, entre outros.
VINHOS - A Pissani ainda oferece aos clientes vinhos italianos para harmonizar com suas massas. São seis rótulos de diferentes regiões da Itália, sendo quatro tintos (Dolcetto d´Alba Aldo Clerico, Chianti DOCG Tenute di Sticciano, Merlot Terre Siciliane IGT Terre di Stefano e Primitivo IGP Salento Miali), um branco (Pinot Grigio IGT Sicilia Marchese di Montefusco) e um rosé (Rosato IGT Sicilia Marchese di Montefusco). Os preços variam de R$ 49 a R$ 97.
Pissani Massas Gourmet
Avenida Conselheiro Aguiar, 125, Boa Viagem
Galeria Futura, loja 03
(81) 3877.387
www.pissani.com.br
Há apenas dois meses, Recife ganhou a primeira boutique de massas artesanais Pissani Massas Gourmet do Nordeste. A loja fica instalada em Boa Viagem e oferece cerca de 40 variedades de massas, molhos artesanais, azeites, manteigas saborizadas e outros produtos gourmet, além de vinhos italianos exclusivos. Os produtos são vendidos congelados, mas conseguem manter as suas características de textura e sabor, de forma que parecem ter acabado de serem preparados.
Numa visita à casa, ficamos sabendo que as massas são elaboradas com um blend de três diferentes farinhas: uma brasileira, outra argentina e a última italiana. São 38 variedades de massas com recheios mais diversos e gnocchi. Além das massas clássicas, há também opções doces, integrais e sem glúten.
Entre as interessantes criações que provamos estão o Ravioli recheado de Angus à Moda de Punta del Este (R$ 59 - 500g), a massa especial com Queijo de cabra Boursin com Cebola Caramelizada e Ervas Finas (R$ 50 - 500g) e a sem glúten de espinafre, ricota e nozes (R$ 43 - 500g). Outras opções interessantes são as massas doces que vão desde a feita com chocolate recheada com chocolate branco e frutas vermelhas (R$ 57 – 500g) ao ravióli recheado com doce de leite, banana da terra e amêndoas (R$ 56 – 500g).
E a criatividade dos recheios ainda passa pelo queijo negro, boursin com alho-poró, brie com lascas de laranja caramelizadas, burrata com lascas de limão, haddock defumado com aspargos verdes e cordeiro com alcaparras, entre outros.
VINHOS - A Pissani ainda oferece aos clientes vinhos italianos para harmonizar com suas massas. São seis rótulos de diferentes regiões da Itália, sendo quatro tintos (Dolcetto d´Alba Aldo Clerico, Chianti DOCG Tenute di Sticciano, Merlot Terre Siciliane IGT Terre di Stefano e Primitivo IGP Salento Miali), um branco (Pinot Grigio IGT Sicilia Marchese di Montefusco) e um rosé (Rosato IGT Sicilia Marchese di Montefusco). Os preços variam de R$ 49 a R$ 97.
Pissani Massas Gourmet
Avenida Conselheiro Aguiar, 125, Boa Viagem
Galeria Futura, loja 03
(81) 3877.387
www.pissani.com.br
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Tinto Uruguaio ganha Copa do Mundo de vinhos promovida pelo Hotel Village
“Como teria sido o resultado da Copa de 2014 se os países
estivessem disputando com seus vinhos?”. Essa foi a proposta da degustação ‘Taças
do Mundo’, conduzida pelo jornalista e degustador internacional Eduardo Viotti (foto abaixo),
durante o Village Wine & Gourmet Week. O evento aconteceu na última semana,
no Hotel Village, em Porto de Galinhas (PE), reunindo enófilos de diferentes
partes do Brasil interessados em comer bem e degustar bons vinhos num cenário
paradisíaco.
A degustação foi dividida em etapas, com sorteio de chaves e
processo de eliminação durante as competições. O júri foi formado por
jornalistas e por hóspedes que compraram o pacote especial para o evento.
Foram realizadas disputas classificatórias com seis
degustações comparativas. Os vinhos competidores foram os seguintes:
- Espumante Pedrucci Milesime (Brasil)
- Cava Don Roman Brut Branco (Espanha)
- Champagne
Deutz Brut Classic (França)
- Weingut
Heinz Pfaffmann Riesling Trocken (Alemanha)
- Ironstone Reserva Chardonnay Murphys (Estados Unidos)
- Bertarose Rosato (Itália)
- Mitolo Jester Shiraz (Austrália)
- Carlos Montes Tannat Crianza (Uruguai)
- Nederburg Winemaster’s Reserve Pinotage (África do Sul)
- Viña Casablanca Cefiro Reserva Carmenere (Chile)
- Nieto Senetiner Malbec DOC (Argentina)
- Porto Messias White Dry (Portugal)
Na semifinal, seis vinhos se destacaram. As amostras foram a
dos EUA, Chile, Espanha, Portugal, Uruguai e Brasil. Destes, três concorreram a
grande final:
- Cava Don Roman Brut Branco (Espanha)
- Ironstone Reserva Chardonnay Murphys (Estados Unidos)
- Carlos Montes Tannat Crianza (Uruguai)
O vinho que alcançou a maior pontuação foi o uruguaio, dando um resultado surpreendente à competição.
Tudo foi feito de caráter lúdico, mas seguindo fichas usadas
para pontuações em concursos internacionais. Foram dados prêmios aos que mais
se aproximaram dos resultados ideais da avaliação e também para os que deram as
notas mais altas e as mais baixas aos vinhos provados.
VILLAGE WINE & GOURMET WEEK – Este foi o segundo ano do
evento, que agora já faz parte do calendário anual das programações do hotel
Village Porto de Galinhas. Nestas duas edições, a curadoria do evento foi de
Eduardo Viotti e contou com a participação do chef italiano Augusto Piras (foto abaixo).
Este
ano, foram oferecidos jantares temáticos com a culinária da Itália, Portugal e
França. A programação também incluiu degustações à beira mar, na piscina e
oficinas com chefs boulangers (na foto acima).
SERVIÇO:
Marcadores:
comida,
degustação,
lugares,
no mínimo curioso,
notícias
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Armazém Guimarães vai além da boa pizza
Quem gosta de vinho como eu, anda sempre procurando boas opções
de lugar para tomar as suas tacinhas acompanhadas de um bom prato. Ontem fui parar
no Armazém Guimarães, no Shopping RioMar, no Recife. Já conhecia a marca por
causa das excelentes pizzas que eram servidas na antiga casa de Boa Viagem. O
que eu não sabia é que o novo restaurante também oferece pratos da cozinha
italiana contemporânea.
A carta de vinhos é enxuta, porém honesta. E faz jus ao
cardápio, que embora com pratos fartos e saborosos, prima pela simplicidade
italiana.
Na nossa experiência de ontem, começamos com uma burrata tradicional (foto abaixo),
feita com uma mussarela de búfula que há tempos não experimentava tão boa:
firme por fora e bem cremosa por dentro (R$ 19). Para acompanhar, os pãezinhos feitos
na própria casa (aliás, além dos pães, todas as massas recheadas são preparadas
no local).
Se quiser petiscar algo mais, indico a pizza branca tradicional,
que é uma massa crocante polvilhada com parmesão, gorgonzola, azeite e pimenta
do reino (R$ 13,90). Para acompanhar, uma boa pedida é o tinto francês Cellier Du
Rhône, leve e agradável (R$ 69).
Entre os pratos duas pedidas certeiras. A primeira tem uma
história interessante. Trata-se do camarão Bar das Ostras (foto abaixo), iguaria que hoje é
patrimônio imaterial do estado de Alagoas (origem dos proprietários da casa). A
receita servida na casa tem mais de 60 anos e foi resgatada do antigo Bar das Ostras,
estabelecimento que fez muito sucesso em Maceió e fechou as portas em 2002. O
prato é composto de camarões no molho cremoso de manteiga rústica, arroz,
farofa, tomate cebola e coentro (R$ 49). Este pode ser acompanhado com um
branco português Quinta dos Bons Ventos Colheita (R$ 58).
O outro prato que não se deve deixar de experimentar é o Stinco
d'agnello (foto abaixo). Uma mini perna de cordeiro cozida no próprio molho, onde é marinado
por dois dias, acompanhado de risoto parmigiano (R$ 48). Com esta receita, o tinto
argentino Catena Malbec (R$ 135) é uma boa sugestão.
Se a essa altura não estiver com peso na consciência (ou no
estômago), peça um brigadeiro de colher (R$ 8) e aproveite com uma taça do
Porto Adriano Ramos Pinto (R$ 12).
ARMAZÉM GUIMARÃES
Shopping RioMar, Pina, Recife. Piso L3 (Praça de Alimentação)
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